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jogador problemático 11.02.2020 | 15h23

Depois de farras e sumiço. Santos cobra R$ 472 milhões por Cueva

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Reprodução/Twitter

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Bastasse uma mera consulta ao São Paulo.

 

E o Santos não se aventuraria com Cueva.

 

Houve enorme alívio quando ele deixou o Morumbi.

 

Jogador problemático, acostumado a farras.

 

A exemplo de Neymar, ele também tem seus 'parças'.

 

Em menor número, mas cultiva amigos de décadas.

 

Leia também - Faustão critica postura do Flamengo sobre indenização a famílias de meninos mortos

 

E acompanhado deles, aproveita as noitadas.

 

De folga ou não.

 

Qualquer empresário sabe que o peruano faz questão de não se submeter às regras de qualquer clube, quando está de folga.

 

A alegria da diretoria do São Paulo foi imensa, quando o clube conseguiu empurrá-lo ao Krasnodar, da Rússia.

 

Ele não queria.

 

Preferia lugar mais quentes como o México, Estados Unidos.

 

Mas oito milhões de euros, pelo problemático meia, era muito dinheiro, cerca de R$ 37 milhões.

 

Sua participação na Rússia foi um fiasco. Entrou em campo 23 vezes. Marcou apenas um gol.

 

Empresários o ofereceram à diretoria santista.

 

O clube festejou seu empréstimo junto ao Krasnodar, da Rússia, em fevereiro de 2019. A empolgação com a transação foi suicida para o clube brasileiro.

 

Os russos aceitaram o empréstimo desde que o Santos se comprometesse a comprar os direitos do jogador no final de janeiro.

 

Por 7 milhões de dólares, cerca de R$ 30 milhões.

 

Sim, R$ 30 milhões.

 

Em três parcelas, a partir de 31 de janeiro de 2020.

 

E ainda assinou contrato com o meia de R$ 600 mil mensais.

 

Ele apenas cumpriu a rotina de problemas na sua carreira.

 

Brigou em uma casa noturna, teve o vídeo do conflito divulgado nas redes sociais. Foi afastado do clube. Foi figura simbólica na Copa América, mal demais no Peru, não conseguiu a sonhada valorização.

 

2020 começou e não surgiu qualquer proposta de compra do meia de 28 anos. Só empréstimo, com o Santos pagando metade do salário. Por isso não foi atuar no Rosario Central, da Argentina, e Emelec, do Equador.

 

A diretoria queria sua saída, buscava compradores, mas não encontrava.

 

Foi quando ele sumiu do clube. Já não apareceu no treinamento do dia 28 de janeiro. Acabou reconhecido na Argentina, "passeando". Na verdade, procurava clube.

 

Até que houve um contato com o Pachuca.

 

Foi para o México.

 

Cueva disse que estava 'livre' do Santos.

 

E que o Toluca conseguiria a liberação na Fifa para fechar contrato com o meia.

 

O motivo: o clube brasileiro não teria pago cinco meses de direito de imagem.

 

Dos R$ 600 mil de seu salário, R$ 200 mil eram de 'direito de imagem'.

 

Daí a dívida de R$ 1 milhão.

 

Cueva já treina com o restante do time do Pachuca.

 

A diretoria do Santos nega o atraso.

 

E vai além.

 

Promete processar o Pachuca pelo valor da multa rescisória do peruado, caso fosse vendido a um clube do Exterior: 100 milhões de euros, cerca de absurdos R$ 472 milhões.

 

Da Vila Belmiro, vem a confirmação.

 

O Santos sabe que jamais receberá R$ 472 milhões por Cueva.

 

Na verdade, aceita que o clube mexicano assuma a dívida de 7 milhões de dólares que o Santos fez com o Krasnodar por Cueva.

 

A aposta foi pessoal do presidente José Carlos Peres.

 

Ele acreditou que o meia seria um 'outro jogador' no Santos.

 

Errou feio.

 

Desperdiçou dinheiro.

 

Contratado em fevereiro de 2019, o meia de 28 anos, fez apenas 17 partidas.

 

Nenhum gol.

 

Jamais atuou por 90 minutos.

 

Um dos erros mais previsíveis do futebol brasileiro.

 

Agora, o clube luta na justiça.

 

Para não ter de pagar os R$ 30 milhões ao Krasnodar.

 

Quantia que está atrasada desde o dia 31 de janeiro.

 

Como dirigentes desperdiçam dinheiro neste país.

 

E as contas ficam para os clubes...

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