Com tornozeleira 25.09.2019 | 16h00

thiago@gazetadigital.com.br
Chico Ferreira
Na tarde desta quarta-feira (25) a segunda turma do Tribunal de Justiça mandou soltar João Arcanjo Ribeiro, preso em maio com a deflagração da Operação Manthus, que apura crime de lavagem de dinheiro com o uso de jogo do bicho. O desembargador Rui Ramos destacou que João Arcanjo já cumpre pena e está monitorado, por isso decidiu pela "soltura".
A defesa de Arcanjo destacou que houve escuta telefônica e que nem mesmo ela, conseguiu provar o envolvimento do "Comendador".
A defesa ainda observou que já faz quase 120 dias da prisão de João Arcanjo, o que mostra que a manutenção da prisão preventiva está se tornando cumprimento de pena e que isso é ilegal no mundo jurídico brasileiro.
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Segundo a defesa, o inquérito de investigação do jogo do bicho começou em 2017, quando Arcanjo ainda estava preso em isolamento, destaca que a própria investigação apontou a existência de outros grupos praticando o jogo do bicho, mas que sequer foram investigadas.
Na sustentação oral, a defesa destacou ainda que Arcanjo tem 68 anos, usa tornozeleira e que até o seu horário de dormir é monitorado.
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