Deu em A Gazeta 14.10.2020 | 07h32

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Arquivo pessoal
Tribunal de Justiça determina que Patrícia Helen Guimarães Ramos, mãe da adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14, assassinada com um tiro no rosto na noite de 12 de julho, passe a atuar como assistente de acusação no procedimento que apura o ato infracional análogo ao homicídio doloso contra a filha, cometido pela amiga adolescente de 15 anos.
Decisão do desembargador Juvenal Pereira da Silva, da 3ª Câmara Criminal, é de 5 de outubro. O pedido foi negado inicialmente pela magistrada Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, responsável pela apuração do ato praticado pela garota, que era vizinha e amiga da vítima.
A partir da decisão, a mãe, por meio de seu representante legal, terá acesso e atuará no processo que segue em sigilo de Justiça. A primeira decisão em relação ao homicídio e desdobramentos ocorreu na sexta-feira (10), quando o juiz Aristeu Dias Batista Vilella, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, homologou proposta de transação penal do pagamento de R$ 40 mil ao médico veterinário Glauco Fernando Mesquita Corrêa da Costa, a ser revertido para uma instituição cadastrada no juizado. Ele foi autuado por ter permitido o filho de 16 anos transportar duas armas de fogo de sua residência até a casa onde ocorreu o crime. Uma delas, usada para matar a vítima.
Além da autora do disparo, os pais dela, Marcelo Martins Cestari, 46, e Gaby Soares de Oliveira Cestari, respondem pelos crimes de homicídio culposo, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, fraude processual e entrega de arma de fogo aos filhos adolescentes.
Familiares e amigos de Isabele realizaram homenagem e carreata com cerca de 70 veículos na noite de segunda-feira, pedindo justiça, 90 dias após o crime.
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