SOLICITAÇÃO DE DOCUMENTOS 17.03.2026 | 18h47

ana.frutuoso@gazetadigital.com.br
Ana Frutuoso
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) detalhou os primeiros encaminhamentos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que irá investigar possíveis irregularidades em procedimentos licitatórios realizados no âmbito da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), durante entre os anos de 2019 a 2023, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A próxima reunião da CPI já foi marcada para esta quarta-feira (18), às 14h.
Entre os documentos solicitados estão materiais produzidos durante investigações relacionadas à chamada Operação Espelho, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso. A CPI requisitou informações à Controladoria Regional da União, à Procuradoria-Geral do Estado, à Polícia Federal e à Delegacia de Combate à Corrupção.
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“Solicitamos da Controladoria Regional do Estado, da PGE, da Polícia Federal e da Delegacia de Combate à Corrupção todos os documentos e inquéritos produzidos durante a operação”, explicou.
Questionado sobre as declarações do secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, que afirmou que a comissão teria viés político, em razão de que 2026 é um ano eleitoral, o deputado evitou entrar em confronto e disse que o gestor terá espaço para apresentar sua defesa.
“Eu não quero fazer nenhuma análise. O secretário terá todo o direito, todo o respeito dentro da CPI para comparecer, acompanhado de seus advogados, com tempo suficiente para apresentar sua defesa e documentos”, declarou.
O parlamentar reforçou que a condução dos trabalhos será baseada em critérios técnicos e na análise de documentos e depoimentos já coletados por órgãos de investigação.
“A CPI vai ter um caráter eminentemente técnico, vai trabalhar em cima de documentos comprobatórios e depoimentos que já foram colhidos. Qualquer interpretação ou pré-julgamento não sairá dos membros da CPI”, completou.
Wilson Santos também afirmou que as reuniões devem ocorrer de forma pública, salvo em situações específicas em que convidados ou convocados solicitem reserva durante os depoimentos.
“Acredito que não há problema em pedir reserva, mas da minha parte todas serão públicas, a não ser que alguém convidado ou convocado imponha essa condição”, disse.
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