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DEU EM A GAZETA 05.11.2023 | 07h00

Deputado José Medeiros lidera gastança em 2023; confira

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Assessoria

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Restando dois meses para 2023 acabar, os deputados federais eleitos por Mato Grosso já custaram aos cofres públicos quase R$ 3 milhões somente considerando os gastos com a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP). O líder da gastança foi José Medeiros (PL) que usou R$ 424 mil; ao lado dele ficou a Coronel Fernanda (PL), com R$ 364 mil e no terceiro lugar figurou o Coronel Assis (União), com R$ 354 mil.

 

O dinheiro foi gasto principalmente com divulgação para atividade parlamentar, passagens aéreas e combustível e locação de veículos. Os números foram obtidos pela Gazeta, por meio da plataforma de dados abertos da Câmara dos Deputados.

 

Para realizar o levantamento, a reportagem considerou gastos categorizados como divulgação de atividade parlamentar.

No quarto lugar do ranking se encontra Amália Barros (PL), que gastou R$ 346 mil; Emanuelzinho (MDB), em quinto ao usar R$ 328 mil; Abílio Brunini (PL) está logo em seguida com R$ 296 mil; e em sétimo lugar, Juarez Costa (MDB) que usou R$ 214 mil; em oitavo figurou a sua suplente Flavinha (MDB), que utilizou R$ 150 mil; ao lado, em nono lugar está Fábio Garcia (União) - que se afastou para assumir o cargo de secretário-chefe da Casa Civil - e teve gastos de R$ 121 mil; por fim a sua suplente, Gisela Simona (União), gastou outros R$ 110 mil.

 

Esse recurso é a unificação de alguns benefícios que eram pagos, como verba indenizatória e cota postal-telefônica. Atualmente, a cota é usada para cobrir gastos com aluguel dos gabinetes dos parlamentares nos estados, passagens aéreas, alimentação, conta de telefone, aluguel de carros e combustíveis.

 

Dentro da cota parlamentar, a maior fatia do dinheiro foi usada na divulgação da atividade parlamentar (34%). Em seguida, aparecem gastos com passagens aéreas (20%), com aluguel de veículos (16%) e manutenção de escritório (12%). Em Mato Grosso, a bancada chegou quase R$ 800 mil somente em autopromoção. O recurso varia de Estado para Estado, em média os mato-grossenses podem gastar R$ 45.221,83 por mês. O saldo mensal não utilizado em um mês acumula-se ao longo do exercício financeiro, vedada à acumulação de um exercício financeiro para o seguinte.

 

O deputado tem até 90 dias para apresentar a documentação comprobatória do gasto. Os valores das notas fiscais apresentadas dentro desse prazo são debitados da cota do mês a que a despesa se refere.

 

Leia a reportagem completa na edição de A Gazeta

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Comentários

José - 05/11/2023

Aí eu pergunto cadê a lista do que os deputados fizeram de projetos para nosso estado

Adolfo - 05/11/2023

ESTE DEPUTADO EXTREMISTAS TORRA NOSSO DINHEIRO PARA ESPALHAR SEPARAÇÃO E ÓDIO.

2 comentários

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