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Polêmica na Assembleia 20.09.2019 | 09h04

Dilmar não descarta novas sessões secretas para CPI da Sonegação

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Chico Ferreira

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Um dos autores do pedido que o depoimento do doleiro Lúcio Funaro fosse secreto, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), não descarta que outros depoimentos da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal possam ser realizados a portas fechadas como ocorreu na quinta-feira (19).

 

"Cada caso será analisado e discutido dentro da CPI. Ontem, nós tivemos um entendimento que o depoimento dele poderia causar insegurança jurídica", disse o parlamentar ao

 

Leia também - Ex-secretário delatado tinha 'linha direta' com conselheiro

 

Os próximos depoimentos serão do presidente da Ammagi, Judiney Carvalho, em 3 de outubro, e o ex-governador Silval Barbosa, em 10 de outubro. "Quero deixar claro que o pedido não foi do Dilmar, houve uma reunião onde a maioria dos membros da CPI tiveram dúvidas e solicitamos o parecer da Procuradoria Legislativa, que orientou que fosse suspensa ou em sessão secreta", argumentou. 

 

Dal Bosco também negou que o pedido seria receio de que o doleiro pudesse expor empresários do agronegócio ou doações de campanhas em eleições passadas no Estado. O deputado acredita que o depoimento de Funaro não acrescentou em nada na CPI. 

 

"Um dos piores depoimentos que já vi aqui na Assembleia Legislativa. Não acrescentou em nada, não trouxe nenhuma prova e nada de novo", finalizou. Os argumentos do requerimento assinado por Dilmar e os deputados Nininho (PSD) e Janaina Riva (MDB) alegava segurança jurídica por conta da delação do doleiro ainda estar sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Os 3 ainda citaram a lei de abuso de autoridade, recém publicada pela presidência da República, para justificar o pedido. O depoimento de Lúcio Funaro durou mais de uma hora e ele saiu sem falar com a imprensa. Antes do início da sessão secreta, o doleiro chegou a estranhar o pedido e disse que estaria disposto a colaborar. Nos bastidores, a informação é de que o doleiro estaria disposto a falar, porém, deixou Cuiabá afirmando que os deputados não souberam aproveitá-lo. 

 

A delação de Funaro envolve políticos de Mato Grosso e relata esquemas no Estado envolvendo a JBS.

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