PARA CASAS POPULARES 07.07.2026 | 18h40

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João Vieira
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi (Podemos), disse que o empréstimo de R$ 1,5 bilhão proposto pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) vai acabar sendo administrado pelo próximo ocupante do cargo, a ser eleito em outubro deste ano.
O projeto, que Pivetta levou pessoalmente ao Legislativo Estadual, teve a tramitação suspensa após pedido de vista do deputado Lúdio Cabral (PT), que questiona alguns pontos do contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF), como a taxa de juros e a linha de crédito escolhida, que, no entendimento do parlamentar, é genérica e não garante que os recursos sejam destinados para a construção das casas populares, que é o que promete Pivetta.
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“Esse é um recurso que, até a aprovação, e a aprovação vai ser após o período eleitoral, deve ficar para o próximo governo definir o que vai gastar, como vai gastar e a forma como vai fazer. Mas o governo, independentemente de quem seja o governador ou não, tem que fazer o planejamento, os acompanhamentos”, disse Max Russi em entrevista à Rádio CBN de Cuiabá, nesta terça-feira (7).
Max defendeu a ideia de construção de casas populares, especialmente nas cidades que estão crescendo no interior e que têm dificuldade de encontrar mão de obra, entre outros motivos, em razão dos altos preços de aluguel.
Para o presidente da Assembleia Legislativa, a decisão de fazer o empréstimo é do ocupante do cargo de governador, uma prerrogativa do Poder Executivo, cabendo a ele verificar as condições ideais para a sua contratação.
“Essa é uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem capacidade de financiamento, tem necessidade de investimento, achou no mercado o banco que fez o empréstimo naquilo que o governo entende como sendo interessante. Eu particularmente defendo e sempre vou dar essa autonomia ao Poder Executivo para que possa fazer esse encaminhamento”, concluiu Russi.
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