ERA ‘ZOAÇÃO’ 30.01.2026 | 17h40

fred.moraes@gazetadigital.com.br
Chico Ferreira/ GD
O senador Jayme Campos (União Brasil) afirmou que a fala sobre uma possível troca de apoio político envolvendo a indicação das esposas como candidatas a vice-governadora não passou de uma brincadeira feita em conversa com o senador Wellington Fagundes (PL). Segundo Jayme, o comentário ocorreu de forma leve e transparente, diante da imprensa.
Em entrevista ao Jornal do Meio-Dia, da TV Vila Real (10.1), Jayme refutou a aliança com o liberal, bem como recuar sua pré-candidatura ao governo do Estado. O assunto teria originado três dias antes de uma visita ao Araguaia, quando Wellington teria pedido seu apoio.
Jayme respondeu, em tom descontraído, que apoiaria o colega desde que ele estivesse melhor posicionado nas pesquisas.
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“Foi uma brincadeira que fiz com Wellington. Me perguntaram: ‘Como que fica essa possibilidade de uma composição com Wellington’. Eu fui claro, conversei com ele três dias antes. Na ocasião ele me disse: Jayme, me apoia. Eu respondi: ‘apoio você desde que esteja melhor na pesquisa’ [em tom de brincadeira]. E se eu tiver melhor que você? Você me apoia? Eu disse claro”, lembra.
Na sequência, segundo Jayme, surgiu a menção às esposas como parte da composição, o que ele reforça ter sido apenas uma brincadeira. “Ele disse que queria que eu cedesse a dona Lucimar para ser vice dele e, ao contrário, queria que eu convidasse a Mariane. Foi brincadeira”, enfatizou.
A declaração ocorre após o próprio senador ter relatado, anteriormente, que havia duas hipóteses em discussão nos bastidores: caso Wellington Fagundes estivesse melhor nas pesquisas, Jayme abriria mão da disputa ao Palácio Paiaguás e apoiaria o aliado, com a indicação de Lucimar Sacre de Campos, ex-prefeita de Várzea Grande, como vice. No cenário inverso, Fagundes apoiaria Jayme, com Mariene de Abreu Fagundes compondo a chapa.
Apesar do tom descontraído da conversa, Jayme Campos reforçou que é pré-candidato ao governo de Mato Grosso e que só deixará a disputa se o partido decidir não lançar candidatura própria. “Eu sou pré-candidato. Só recuo se o partido não quiser candidatura própria. Tenho certeza que tenho até 80% do partido comigo”, afirmou.
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