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mudanças na tributação 25.05.2023 | 09h17

Mendes cita retrocesso a MT e teme que reforma seja aprovada a 'toque de caixa'

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Jovem Pan

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Governador Mauro Mendes (União) teme que a reforma tributária seja aprovada no “afogadilho” no Congresso Nacional ao expor os prejuízos que a mudança pode trazer para Mato Grosso e outros Estados.

 

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Durante entrevista a rádio Jovem Pan, na manhã desta quinta-feira (25), o chefe do Executivo deu detalhes sobre a reunião que teve com a equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outros gestores para tratar do assunto, no Palácio do Planalto, nesta quarta.


Segundo o gestor, há uma preocupação generalizada em relação às lacunas que devem ser modificadas para evitar uma lesão aos cofres dos entes federativos. “Quando ele entregar esse texto, considerando a eficiência do atual presidente da Câmara em articular isso, acho que vai passar meio rápido, a toque de caixa. Eles não vão botar essa proposta lá na Câmara e vão passar três meses discutindo”, iniciou.


Mendes destacou que uma das principais preocupações está relacionada a extinção do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI). Segundo ele, Mato Grosso foi o Estado que mais cresceu na última década, puxado pelo agronegócio. Contudo, com a reforma, o chefe do Executivo exemplificou que o Distrito Federal poderá crescer mais de 300% em arrecadação nos próximos 40 anos, enquanto os mato-grossenses devem sofrer um grande retrocesso.


“Temos que tomar cuidado, porque o diabo mora nos detalhes. Veja bem no caso de Mato Grosso, somos o Estado que mais cresceu nos últimos 10 anos em relação à arrecadação do ICMS, diante do agronegócio. Agora quando se pega os dados do IPI para 20, 40 anos, nós vamos ver lá que Mato Grosso será o pior Estado em crescimento. Como eu e minha bancada de Mato Grosso podemos concordar com isso?”, continuou.


Ao final, ele reiterou que o correto seria promover uma grande reforma administrativa para tornar o Poder Público mais eficiente, para depois discutir as mudanças na tributação.


“Nós concordamos que deva ter uma reforma tributária no Brasil, porque todo mundo sabe que nós temos uma tributação cara, burra e complexa. Entretanto, concordar com esse conceito e saber efetivamente o que será feito são duas coisas muito diferentes... Se o Estado brasileiro, em todos os seus entes, não se tornar mais eficientes, dificilmente essa carga tributária vai diminuir no Brasil”, finalizou.

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