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CONSTRUÇÃO PAROU POR DÉCADAS 16.02.2022 | 11h04

Mendes evita politizar Hospital Central e poupa os irmãos Júlio e Jayme

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João Vieira

João Vieira

O governador Mauro Mendes (União Brasil) evitou politizar sobre as obras do Hospital Central, que está em andamento em Cuiabá, cuja construção estava paralisada há 34 anos.

 

Segundo Mendes, o objetivo de sua gestão é evitar deixar obras paradas.  "Eu não quero dar recado para ninguém, quero cumprir minha obrigação. Eu disse e repito obra parada é vergonha. É desrespeito ao dinheiro público e ao cidadão. Quando se fala de obra de saúde, então, pior ainda. Estou cumprindo minha obrigação", disse nesta quarta-feira (16) durante vistoria à obra. 

 

Ao evitar criticar os gestores anteriores pelo atraso de 3 décadas da obra, Mendes também evita ampliar a crise interna dentro do União Brasil, já que a obra foi iniciada durante o governo do seu correligionário Júlio Campos (1983-1986) e foi paralisada na gestão Jayme Campos (1991-1994).  

 

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O governador também aproveitou para afirmar que está fazendo o maior investimento da história de Mato Grosso na área da sáude. "Vamos praticamente dobrar o número de leitos públicos no Estado de Mato Grosso", enfatizou.  

 

"O governo não tinha na capital nenhum hospital quando eu assumi. Tínhamos o Metropolitano [em Várzea Grande] que estava praticamente parado. Hoje temos dois grandes hospital na capital, um que é o Hospital Santa Casa, que a prefeitura tinha fechado e nós assumimos e reabrimos, e o Metropolitanom que deixou de ser um hospital de pequeno porte com 58 leitos e tem hoje 278 leitos. Então, na capital temos dois grande hospitais e estamos construímos quatro hospitais no interior. Em Juína, Confreza, Alta Floresta e Tangará da Serra. Além de reformar ampliando com qualidade a estrutura dos regionais existentes. Hoje temos, disparado, o maior investimento na infraestrutura na Saúde", completa.  

 

Sem Roubar  

Mauro Mendes também afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos públicos vai 'além' de 'não roubar', mas sim ter uma boa equipe para trabalhar.

 

"Sem roubar é uma obrigação, agora, tem que saber mexer o doce. Tem que ter uma boa equipe, saber trabalhar, tomar as medidas corretas e as decisões na hora certa para colher o resultado, e ai a sociedade ganha. Eu fico imaginando daqui 3, 4 anos isso aqui pronto, quantas vidas não serão salvas, quantas pessoas não terão suas dores amenizadas por um hospital funcionando bem e sendo bem cuidado, e com responsabilidade, e aplicar corretamente o dinheiro público é uma obrigação e um ponto fundamental para você ter uma administração pública entregando coisas para sociedade", finalizou.  

 

A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. Porém, a construção foi paralisada após a conclusão de parte do projeto. No governo Jayme Campos, em 1992, o projeto foi retomado, mas parou logo após o início dos trabalhos.

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