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foco em ser governadora 11.01.2026 | 08h00

Natasha aposta em escuta popular e rondas pelo interior em 'pré-campanha'

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A médica e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Natasha Slhessarenko (PSD), pré-candidata ao governo de Mato Grosso, afirmou que o primeiro trimestre deste ano será dedicado, prioritariamente, à escuta e ao diálogo com a população mato-grossense. Em entrevista ao , a filha da ex-senadora Serys Slhessarenko destacou o início do projeto “Mato Grosso que Queremos”, que pretende percorrer cidades-polo para ouvir demandas, expectativas e sonhos da população.

 

Segundo Natasha, a proposta é construir um plano de governo de forma participativa, a partir do contato direto com lideranças locais, representantes de diferentes setores e moradores das regiões visitadas, fortalecendo seu nome até as convenções partidárias, até que seja batido o martelo quanto seu nome pelo campo centro-esquerda.


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"Como pré-candidata, este primeiro trimestre será dedicado, principalmente, à escuta e ao diálogo com a população. Nós iniciamos recentemente o projeto ‘Mato Grosso que Queremos’, que tem como objetivo ouvir os mato-grossenses sobre suas reais necessidades, expectativas e sonhos para o futuro do nosso estado. A proposta é percorrer cidades-polo de Mato Grosso, promovendo encontros com lideranças locais, representantes de diferentes setores e também com a população em geral. Esse contato direto é fundamental para compreender as realidades regionais e construir, de forma participativa, um plano de governo conectado com quem vive o dia a dia do estado", disse à reportagem.  

 

Paralelamente ao processo de escuta, Natasha ressaltou que as articulações políticas e para alianças estão sendo conduzidas pelo partido de maneira institucional.

 

“As discussões sobre alianças fazem parte do processo político e são conduzidas de forma responsável pela direção partidária, sempre em diálogo com as instâncias estadual e nacional”, explicou, acrescentando que se trata de um debate coletivo, e não de decisões individuais.

 

A médica também comentou os levantamentos eleitorais recentes que passaram a incluir seu nome na disputa pelo Palácio Paiaguás. Para ela, os números refletem um espaço crescente para novas lideranças na política estadual. “Tenho acompanhado com atenção as pesquisas que vêm sendo divulgadas e fico naturalmente animada ao ver meu nome aparecer como pré-candidata ao Governo de Mato Grosso”, declarou.

 

Sem nunca ter ocupado um cargo eletivo, Natasha avalia que sua trajetória profissional contribui para esse reconhecimento inicial. Ela destacou ainda que o apoio não se limita às pesquisas.

 

“Sou médica, professora da UFMT há 35 anos, atuo há mais de 25 anos na atenção básica de saúde e também sou empresária. Ver esse reconhecimento, aliado a um índice de rejeição baixo, é um sinal importante de que as pessoas anseiam por novos nomes e novas formas de fazer política. Recebo manifestações espontâneas no dia a dia, em supermercados, feiras, no ambiente de trabalho e durante visitas ao interior. Isso demonstra receptividade e confiança e reforça meu entusiasmo para seguir com o projeto”, afirmou.

 

Quando questionada se por ventura aceitaria uma candidatura de vice-governadora, Natasha foi enfática ao reafirmar o projeto para governadora. Ela ressaltou que a decisão é respaldada pelo apoio do partido e do grupo político que vem ajudando a estruturar a proposta.

 

Ao destacar sua trajetória, Natasha lembrou que Mato Grosso nunca foi governado por uma mulher. Para ela, isso reforça a importância do debate sobre renovação política.

 

“Meu projeto político é claro e está firmado: sou pré-candidata ao Governo de Mato Grosso. É com esse objetivo que tenho dialogado com a população e construído, de forma coletiva, o projeto Mato Grosso que Queremos. Há uma compreensão comum de que Mato Grosso precisa discutir novas ideias, novas práticas e ampliar a participação de quem nunca esteve nos espaços tradicionais de poder. Mesmo sem ter ocupado cargo eletivo, trago uma vida inteira dedicada ao serviço público, à saúde, à educação e também ao empreendedorismo. Acredito que essa experiência, aliada à sensibilidade e ao compromisso com a gestão pública, pode oferecer um novo olhar para o Estado”, concluiu.

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