DEU EM A GAZETA 10.06.2026 | 06h52

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Montagem GD
Um substitutivo integral do projeto de lei que institui o Plano de Mobilidade da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá voltou a propor que o governo do Estado entregue a concessão do BRT (Ônibus de Rápido Transporte) de Cuiabá Várzea Grande sem licitação para as empresas que já atuam no transporte público de Cuiabá e Várzea Grande, doando os 56 ônibus elétricos que serão utilizados no futuro modal.
De acordo com a proposta de um terceiro substituto integral, assinada por lideranças partidárias que propõem tal autorização, deve entrar em segunda votação nesta quarta-feira (10). Com isso, o Estado poderá realizar a integração nos aspectos físico, tarifário, funcional e institucional, ‘podendo este serviço ser absorvido pelo contrato vigente MIT-1 Categoria Básica, que abrange todos os municípios da Região Metropolitana, desde que haja autorização dos entes governamentais envolvidos, mediante solicitação da concessionária e demonstração de vantajosidade para o ente municipal, sob os aspectos orçamentário, processual e de melhoria no atendimento ao usuário’, diz trecho do artigo 4º da proposta já aprovada em 1ª votação.
O texto é basicamente o mesmo do Termo Aditivo, assinado em dezembro de 2022, que estabelecia que a partir da implantação do BRT, o Estado terá que indenizar as empresas de ônibus pelos investimentos feitos em frota e tecnologia para o transporte que deixarão de ser usados nas linhas que o novo modal atuará. Em 2024, o deputado estadual Lúdio Cabral chegou a denunciar o caso durante a pré-campanha para prefeito, alegando que o Termo Aditivo beneficiaria a atual concessão do transporte intermunicipal de Cuiabá e Várzea Grande e que é pertence à família do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB).
Na época, o governo do Estado anulou a cláusula contratual que entregaria a operação do BRT à União Transportes. O governo também anunciou que a exploração do BRT se daria através de um processo licitatório. Contudo, caso o projeto seja aprovado, o Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT) poderá explorar o BRT sem precisar disputar nenhum processo licitatório. Ele também receberá os ônibus elétricos que o Estado comprará para o modal. O BRT foi anunciado em dezembro de 2020 com a previsão de ser construído em até 24 meses.
O cronograma divulgado pelo governo, previa que a licitação para a contratação da empresa para construir o BRT por R$ 480 milhões seria lançado em maio de 2021 e, em agosto do mesmo ano, os mato-grossenses já assistiriam o início das obras em Cuiabá e Várzea Grande.
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Luiz Augusto arruda - 11/06/2026
O transporte público de Cuiabá e Várzea Grande continua sendo motivo de insatisfação para milhares de usuários. Ônibus lotados, demora nas linhas, falta de conforto e problemas de integração fazem parte da rotina de quem depende do sistema diariamente. Diante desse cenário, a possibilidade de a operação do BRT ficar nas mãos dos atuais grupos que controlam o transporte coletivo gera preocupação em parte da população. Críticos do modelo argumentam que a mudança pode representar apenas a troca de veículos e corredores, sem uma verdadeira transformação na qualidade do serviço prestado. O debate ganhou força nas últimas semanas, inclusive com cobranças por mais transparência sobre a futura operação do sistema e sobre os critérios que serão adotados pelo governo para a escolha dos operadores. Parlamentares e lideranças políticas têm pedido esclarecimentos sobre eventuais contratações e concessões ligadas ao novo modal. � Tribuna do Sertão · 1 Defensores de uma ampla concorrência afirmam que o BRT deveria representar uma oportunidade para modernizar o transporte metropolitano, estimular a competição e garantir mais eficiência ao usuário. Já os críticos temem que a concentração da operação nos mesmos grupos empresariais mantenha problemas históricos do sistema, frustrando a expectativa de melhorias. Enquanto as obras avançam e o governo promete um sistema moderno, com corredores exclusivos e ônibus mais eficientes, a população aguarda respostas concretas. Afinal, mais importante do que inaugurar um novo modal é garantir que ele funcione com qualidade, transparência e respeito aos passageiros que dependem diariamente do transporte coletivo.
Ildo - 10/06/2026
Nesse governo só tem lobistas e bandidos quero ver se o MP Federal vai deixar isso acontecer pois o MP é puxadinho do Governo
João Carlos Ferreira - 10/06/2026
REALMENTE, CUIABÁ E VARZEA GRANDE SÃO UMA PIADA...KKKKKK...UMA É CAPITAL E AINDA NAO TEM CARA DE TAL....A OUTRA E O QUINTAL DA CAPITAL..E COMO TODO QUINTAL DAQUI....MUITO LUXO, SUJEIRA, DESORDEM E BAGUNÇA...ESSAS DUAS CIDADES PRECISAM URGENTEMENTE DE UMA INTERVENÇÃO FEDERAL...NADA AQUI FUNCIONA DE FORMA CORRETA...PELOAMORDEDEUS
Jocimar Nunes - 10/06/2026
Ninguém aguenta mais esses desmazelos que essas duas cidades estão passando com relação a esse BRT e ao atual transporte público das mesmas. Será que não basta o sofrimento enfrentado pela população dioturnamente com esse lixo chamado transporte público que está aí e ainda querem entregar o BRT nas mãos do mesmo grupinho? Acho que já passou da hora da população de Cuiabá- Várzea Grande irem pra rua contra oq está acontecendo com esse BRT. Alô MPE cadê vcs?
Vicente - 10/06/2026
Mauro Mendes deixou de concluir o VLT pros pobres mais tá investindo bilhoes no Parque Novo MT pra os ricos se divertirem.
5 comentários