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divergência na federação 29.05.2026 | 13h30

PT enquadra ex-vereadora por Taques, mas PCdoB pré-candidatura ao Senado

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Após o PT enquadrar a ex-vereadora Edna Araújo (PT) para que retirasse sua pré-candidatura ao Senado, para abrir caminho ao ex-senador Pedro Taques (PSB) para uma dobradinha com o senador Carlos Fávaro (PSD), o PCdoB decidiu manter o nome da professora Patrícia Nogueira (PCdoB) na disputa ao Senado, mantendo assim a divergência interna dentro da Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB).  

 

A decisão ocorre horas depois de Edna Sampaio ter informado que foi comunicada oficialmente pela presidente estadual do PT, Rosa Neide, de que o PT Nacional decidiu apoiar a candidatura de Pedro Taques à segunda vaga ao Senado.   “Essa decisão retira o partido da disputa majoritária e, nos obriga a repensar o papel que podemos ter nestas eleições cuja prioridade é a eleição de Lula e uma bancada de sustentação. É sempre muito triste pra nós, militantes do PT, não ver nosso time completo em campo. Mas, a politica é decidida por quem tem poder”, disse no comunicado interno na Federação.

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Após o comunicado, o PCdoB, sob orientação nacional, manteve o nome de Patrícia, afirmando que sua candidatura é a propositura de uma alternativa para os mato-grossenses.  

 

“Nós, do PCdoB, que disponibilizamos o nome da professora Patrícia ao Senado, e manteremos o seu nome, construindo-o como uma alternativa, até as convenções dos partidos que compõem a Federação Brasil da Esperança, e/ou, até que a Fé Brasil delibere nacionalmente”, disse oficialmente.  

 

“Temos a disposição política para contribuir, da melhor forma possível, com a reeleição de Lula, da Drº Natasha Slhessarenko (PSD), do senador Fávaro e de muitas mulheres para federal e estadual, no nosso campo”, completa a nota.  

 

Nos bastidores, a informação é de que, apesar do PT estadual definir pelo nome de Taques para a segunda vaga, ainda há resistência dentro da Federação e nacionalmente. Isso porque Pedro Taques é tido como ‘lavajatista’ por membros da cúpula nacional da Federação, por conta de sua atuação no passado. 

 

Taques foi eleito senador pelo PDT e crítico ao governo Dilma Rousseff. Depois foi para o PSDB e apoiou o impeachment da ex-presidente.

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