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benefícios para a saúde 06.09.2019 | 14h39

Comemorado nesta sexta, o Dia do Sexo ainda é pouco conhecido; siga as dicas

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O Dia do Sexo foi criado por uma fabricante de preservativos e é comemorado no dia 6 de setembro. A data não é oficial, mas tornou-se referência para os internautas brasileiros acostumados aos sites de relacionamentos e também pelos usuários de aplicativos que aproximam pessoas.

 

Apesar de desconhecida da maioria da população, o Dia do Sexo foi a forma encontrada para ampliar as vendas de preservativos e lembrar que eles fazem parte da segurança com a saúde, especialmente quando o encontro é casual. A escolha da data faz alusão ao nome de uma posição sexual muito apreciada (6/9).

 

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A sexóloga Carla Cecarello, do site de encontros casuais C-date (www.c-date.com.br), lembra que estudos comprovam que o sexo traz inúmeros benefícios para a saúde. “Se praticado de forma responsável o sexo pode melhorar a aparência da pele, fortalecer a musculatura, queimar calorias e aumentar a autoestima”, afirma a especialista.

 

Para a sexóloga do C-date, o sexo é importante para as pessoas manterem um ciclo de vida saudável, mesmo quando feito de forma casual. “O importante é ter consciência de que ele vai ocorrer somente naquele momento e por isso todo cuidado  fundamental”, orienta Carla.

 

Hoje em dia o sexo casual é praticado com mais frequência e sem muito tabus. Além do C-date existem uma centena de aplicativos para encontros que levam as pessoas à prática sem que isso seja um preconceito.

 

Além do C-date (www.cdate.com;br), é o caso do Tinder, do Badoo, MeetMe, Hot or not, Happn, entre outros. Há aqueles que localizam mulheres próximas, como o Women Radar, ou gays e bissexuais, no Gay Radar. Há sites e aplicativos para todos os gostos e estilos, seja para namorar, casar, encontrar um amante, ou um parceiro apenas para uma noite de sexo.

 

O site e aplicativo C-date foi criado na Alemanha e é voltado para encontros casuais. Possui no Brasil mais de 5 milhões de usuários. As idades variam entre 30 e 50 anos, com 51% dos cadastros identificados como do sexo feminino e 49% do sexo masculino. A presença de mais usuários femininos demonstra a nova posição assumida pela mulher, de estar à frente das suas decisões pessoais, dos assuntos profissionais e estudos. “O sexo está no rol dos temas que elas decidem como, quando e com quem querem fazer”, salienta a especialista do C-date.

 

As preferências dos usuários do C-date no Brasil são apresentadas em pesquisas realizadas com a base de dados do site. São efetuados levantamentos com os internautas com o objetivo de saber sobre suas vontades, desejos, quais os tipos de aventuras mais gostam, além de temas relacionados com o uso de preservativos, fantasias sexuais, locais preferidos e até sobre os orgasmos.

 

Importante lembrar que o sexo casual nada tem a ver com traição. No Brasil, Estados Unidos e Europa, a prática é muito utilizada por pessoas solteiras que não têm tempo para investir num relacionamento sério, mas que não querem ficar sozinhas. Muitas dessas pessoas estão envoltas por outras preocupações e prioridades, como a carreira profissional, estudos e, por isso, declinam de compromissos que demandam muita dedicação pessoal e tempo.

 

Dia do Sexo

O C-date perguntou aos usuários cadastrados o que eles gostariam de fazer no dia 6 de setembro, levando-se em consideração o Dia do Sexo. Dos 3.258 respondentes, 66,23% disseram que gostariam de encontrar uma pessoa e ter uma “boa transa” sem rodeios. Outros 22,30% preferiram sair para um jantar com um “final interessante”, enquanto 12,47% escolheram o item mais tradicional, conhecer alguém, conversar e, se ambos gostarem um do outro, serem recompensados com uma noite de “sexo casual”.

 

Para apimentar a relação no Dia do Sexo, 55,24% dos usuários afirmaram que topariam assistir filmes eróticos para facilitar a relação. Entre eles, 62,20% eram homens e 37,80% mulheres. Para elas, um encontro casual no “motel” seria mais interessante (57,38%), enquanto para eles (42,29%) o lugar ideal seria a “casa dela”. Quando perguntados se preferem um parceiro “escandaloso” ou “discreto” na hora do sexo, 77,69% dos homens e 79.04% das mulheres disseram que preferiam um pouco dos dois, variando de acordo com o momento da transa.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 26 de agosto e reuniu 1.874 mulheres e 1.384 homens cadastrados no banco de dados.

 

Benefícios do sexo para quem tem mais de 50 anos

“Quanto mais ativa a vida sexual dos mais velhos, maiores são os níveis de bem-estar na vida e felicidade. Os benefícios do sexo são muitos, ele aumenta a autoestima, melhora a qualidade de vida, o humor e a intensidade das relações. No entanto, conforme a idade avança, o corpo vai passando por mudanças, por isso é preciso ficar atento e ter alguns cuidados. A libido não acaba com o envelhecimento. O que pode acontecer são algumas alterações hormonais com a terceira idade, como no caso das mulheres quando muitas vezes têm a testosterona alterada. O homem passa pela andropausa - distúrbio antropogênico do envelhecimento masculino - e essa alteração hormonal pode atingir a libido. Mas se não houver nenhum tipo de alteração no hormônio que desperta desejo sexual, a vontade continua da mesma forma”, explica Carla Cecarello, que também é sexóloga do site Solteiros50 (www.solteiros50.com.br).

 

 

É possível ter lubrificação na terceira idade?

A lubrificação tende a diminuir na mulher após a menopausa. Algumas ficam com ‘muito pouco’ e outras desaparecem completamente. Nesse caso, é sempre importante fazer à utilização de géis, principalmente os que são à base de água. Além disso, o lubrificante pode ser usado em cima do preservativo para que o deslizamento seja ainda melhor. Géis com hormônio são aconselháveis somente com recomendação médica. Vale ressaltar que o prazer continua da mesma forma, o orgasmo é uma sensação cerebral desencadeada por um estímulo no pênis ou no clitóris (vagina), se essa sensação for muito boa e prazerosa com certeza essa pessoa vai chegar ao orgasmo naturalmente.

 

Família X Terceira idade

Muitas vezes a família pode influenciar na vida sexual pelo fato de não conseguir imaginar seus avós ou pais tendo uma vida sexual ativa. “A terceira idade é vista como o fim de tudo na vida daquela pessoa, alguns chegam a recriminar beijos e, portanto, podem não aceitar que saiam para bailes em busca de novos parceiros. O que é uma pena porque nunca é tarde para viver e ser feliz”, conclui a especialista.

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