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'PESADELO' 28.07.2020 | 10h10

Lutador do UFC sofre lesão assustadora no rosto e escapa de morte após erro médico

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Foto: Montagem/R7

Foto: Montagem/R7

Um dos grandes nomes do UFC entre os pesos meio-pesados, Corey Anderson passou por um verdadeiro trauma nos primeiros meses de 2020.

 

Derrotado pelo polonês Jan Blachowicz por nocaute ainda no primeiro round do UFC disputado em 15 de fevereiro, Anderson iniciou seu "pesadelo" poucos dias depois disso.

 

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Isso porque o norte-americano de 30 anos foi vítima de um erro de análise médica e, após sofrer um acidente, ouviu que não poderia mais lutar e, outrora, que seu coração poderia parar a qualquer momento.

 

Agora, finalmente recuperado da lesão no rosto e totalmente liberado para voltar a lutar, Corey Anderson fez um emocionante relato em seu Instagram: "Foi um longo caminho de volta... mas como nunca desisti, estou de volta!", iniciou.

 

"Em 21 de fevereiro, depois da minha última luta, desmaiei e esmaguei meu rosto em uma estrada de cascalho depois de horas caminhando e explorando o local. Passei cinco dias no pronto-socorro fazendo vários exames e análises de sangue para descobrir o que havia acontecido".

 

"Fui em uma longa lista de médicos diferentes. E todos, exceto um, me disseram que eu havia sofrido uma concussão por falta de comida e água depois de caminhar pela floresta por horas".

 

"Um deles disse que meu coração parou de bater e que isso poderia acontecer novamente, mas que da próxima vez poderia ser durante uma luta!", relatou o atleta.

 

"Instantaneamente, a fisionomia da minha esposa mudou e minhas emoções ficaram de cabeça para baixo. Fiquei bravo com os médicos, mas por dentro estava com medo"

 

"Eu tive que fazer muitas viagens ao hospital de Nova York para conhecer vários especialistas diferentes. Tudo para fazer mais testes e realizar dois procedimentos cardíacos ambulatoriais muito dolorosos para encontrar evidências do que realmente tinha acontecido".

 

"Um médico disse que eu tinha que parar completamente minha carreira até descobrir que meu coração estava saudável para competir".

 

"Na noite da última segunda-feira, deixei o hospital após meu último procedimento, com uma nota dizendo: 'Parabéns, Sr. Anderson, posso deixar você bater nas pessoas novamente'".

 

Após isso, ele explicou o que realmente aconteceu: "Depois da minha luta, a comissão atlética e os médicos não conseguiram fazer a coisa certa após o exame e voltei a viver a vida como de costume".

 

"E eu paguei um preço muito alto por isso! Esses cinco meses e a situação atual do mundo colocaram MUITAS coisas em perspectiva", explicou, enfatizando as dificuldades do tratamento por causa da pandemia de coronavírus.

 

"E como um lutador veterano, que no passado competiu com caras durões sem nenhuma preocupação médica, eu tenho que continuar lutando", garantiu Anderson, encerrando seu desabafo com um conselho para os colegas de profissão".

 

"Eu aconselho outros lutadores a cuidarem de sua saúde e ter tempo suficiente para se recuperar. Eu tinha que ter meu filho sentado lá me olhando em uma cama de hospital para perceber que há vida real além da luta e que eu quero aproveitar".

 

"Lute com inteligência, treine com inteligência, mas fique esperto e descanse também! Use a cabeça enquanto tiver cérebro para fazê-la", encerrou.

 

Especialista em wrestling e boxe, Corey Anderson começou tarde no MMA, após não conseguir vaga na equipe olímpica norte-americana.

 

Sua chegada ao UFC foi através de uma das edições do TUF, reality show que seleciona alguns nomes para fazerem parte do evento.

 

Desde 2014, quando estreou no UFC, ele já lutou 14 vezes, com um cartel de 10 vitórias e 4 derrotas.

 

Uma dessas poucas derrotas foi para um brasileiro: Maurício Shogun, que bateu Wilson em 2016 após uma decisão dividida da arbitragem em uma edição do UFC em Curitiba.

 

Nas outras três vezes que enfrentou um atleta nascido no Brasil, por outro lado, o resultado foi outro: vitórias para cima de Fabio Maldonado, em 2015, Glover Teixeira, em 2018 e sobre Johnny Walker, no final de 2019.

 

Liberado para voltar ao UFC, o atleta está empolgado e sonha agora em conquistar o cinturão, atualmente com seu compatriota Jon Jones.

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