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Judiciário - A | + A

espancado e afogado 26.03.2025 | 13h20

Grupo de faccionados vai a júri por tortura e assassinato de acusado de furto

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Reprodução

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Em julgamento que será estendido por 3 dias, o Tribunal do Júri de Cuiabá irá decidir se condena ou absolve 7 membros da facção criminosa Comando Vermelho pelo homicídio de Weslley da Silva Natividade, ocorrido em 2019 em Cuiabá. A vítima foi submetida a um “salve” (tortura aplicada pela facção) após ter cometido um furto. A sessão deveria ter ocorrido em novembro de 2024, mas foi adiada.

 

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Os réus Ittalo Matteus Ribeiro Fortes e Silva, Joanilto da Silva Leite, Remilson Paulo de Queiroz, Caio Andreonni Lima Locatelli, Alexandre Soares de Lima e Jonas Ferreira da Rosa estão todos presos na Penitenciária Central do Estado (PCE), enquanto o réu Beacil Lopes do Nascimento Neto está foragido.

 

Os suspeitos foram pronunciados pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio, com as motivo torpe, com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. O julgamento chegou a ser agendado para os dias 21 e 22 de novembro, mas agora está previsto para ocorrer durante esta quarta-feira (26), quinta (27) e sexta (28).

 

O caso
De acordo com os autos, o crime ocorreu no dia 24 de janeiro de 2019, por volta das 18h, às margens do Rio Coxipó, nos fundos de um condomínio no bairro Jardim Imperial. O crime teria sido cometido por ordem de Ittalo Matteus Forte e Silva, membro do Comando Vermelho, porque a vítima teria, supostamente, furtado joias, roupas e eletrônicos da casa dele junto com um comparsa.

 

Ittalo estava detido na época e passou as ordens para Beacil, o "disciplina" da facção, e também para Joanilto (primo de Weslley), Remilson, Caio, Alexandre, Jonas e outras pessoas que não foram identificadas.

 

No dia do crime, os suspeitos teriam buscado a vítima em frente ao colégio João Brienne de Camargo, no bairro Lixeira, e a levaram até as margens do Rio Coxipó. Weslley foi espancado com socos, chutes e pauladas, além de ter sido submetido a várias sessões de afogamento. Ele acabou confessando o furto e ainda delatou seu comparsa.

 

Depois do “salve” Wesley foi colocado por seu primo em um veículo e levado até o bar de propriedade da irmã da vítima. A mãe de Weslley, ao ver seu filho desacordado, mandou seu sobrinho levá-lo ao pronto-socorro. No entanto, diante da gravidade das agressões, Weslley morreu.

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