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corpo trancado com os filhos 05.03.2025 | 15h57

Juíza dá 8 dias para que defesa se manifeste sobre júri de réu por feminicídio

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Reprodução

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A juíza Janaína Cristina de Almeida, da Vara Criminal de Diamantino (208 km a Médio-Norte), intimou a defesa de José Edson Douglas Galdino Santos para que, em 8 dias, apresente recurso contra a sentença que o pronunciou para ser julgado pelo Tribunal do Júri pelo feminicídio de Lorrane Cristina Silva de Lima, em março de 2024. O corpo dela ficou trancado em casa com duas crianças, filhos dela.

 

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Em dezembro de 2024, a magistrada considerou que há indícios suficientes contra José Edson e o pronunciou. Em decisão publicada no Diário de Justiça, a juíza citou que ao ser intimado sobre a sentença, o réu informou interesse de recorrer. Porém, o advogado deixou passar o prazo e não apresentou as razões recursais. A defesa então foi intimada a se manifestar.

 

“Intime-se novamente o advogado constituído pelo réu, Dr. José Rodrigues de Freitas Junior (...), para apresentar razões de apelação, no prazo de 08 dias”, decidiu a magistrada.

 

Crime brutal
Lorrane foi achada após a polícia ir à sua casa para averiguar o motivo pelo qual os filhos dela terem faltado às aulas dois dias seguidos. A diretora da escola estranhou a situação e foi até a residência, quando um dos meninos falou com a professora, de dentro da casa. Ele relatou que a mãe estava dormindo e o padrasto havia saído para comprar remédio e deixou os menores trancados na casa, que não tinham a chave do portão.

 

Aos policiais, as crianças falaram que estavam bem, porém, foi percebido que a situação não estava normal. Os policiais então pularam o muro e entraram na casa, quando sentiram o mau cheiro vindo de um dos quartos. A vítima estava no chão, sem vida e com uma faca ao lado do corpo. As duas crianças estavam em outro quarto, em pânico, e foram retiradas do local e entregues aos cuidados do Conselho Tutelar.

 

O autor do feminicídio foi preso no dia 19 de março de 2024, na cidade de Rurópolis, no sul do Pará. Ele foi localizado no guichê de uma empresa de ônibus, na rodoviária da cidade paraense, por uma equipe da PM. José Edson afirmou que cometeu o crime para conseguir usar a digital da vítima e desbloquear o celular dela. O criminoso tinha um registro anterior, de abril de 2022, pelo crime de perseguição, denunciado por outra ex-companheira dele, na cidade de Lucas do Rio Verde.

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Comentários

ISRAEL SANTOS DA SILVA - 07/03/2025

A vítima não teve esse direito de 8 dias ne

1 comentários

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