Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 26/03/2026

Judiciário - A | + A

VAI A JÚRI 21.03.2025 | 15h29

Ministro mantém pronúncia de mato-grossense acusado de homicídio qualificado

Facebook Print google plus

Carlos Moura/SCO/STF

Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, manteve a sentença de pronúncia de Frank Arruda da Silva pelo crime de homicídio qualificado. Ele havia sido absolvido das acusações, mas o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) recorreu e a Justiça reverteu a decisão, considerando que a decisão sobre a participação dele, ou não, no crime ficará a cargo do Tribunal do Júri.

 

Leia também - Juiz extingue ação de sindicato que cobrava salários atrasados de médicos de Cuiabá

 

Frank responde a um processo ajuizado em 2021, que tramita na 1ª Vara Criminal de Cuiabá. Inicialmente ele havia sido pronunciado, mas o juízo de primeiro grau entendeu que ele estava em outro local no momento do crime.

 

O MP, porém, recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) defendendo a pronúncia pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal, fraude processual e organização criminosa. O TJ considerou que bastam os indícios de autoria para a pronúncia.

 

“Presente os indícios suficientes de autoria e materialidade em desfavor dos acusados. Tem-se, pois, que na mencionada fase processual, qualquer dúvida sobre a veracidade dos fatos impõe a submissão da acusada a julgamento perante o Tribunal do Júri”, diz trecho dos autos.

 

O recurso também foi rejeitado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ao STF a defesa então argumentou que a sentença se baseou “em elementos inaptos, como suposições, reconhecimento fotográfico viciado e testemunhos indiretos”, reforçando que existe um prontuário médico que aponta que Frank não estava no local dos fatos. Pediu, assim, que seja restabelecida a decisão que absolveu o réu.

 

Ao analisar o recurso o ministro Cristiano Zanin citou as decisões contestadas, que entenderam não é possível afirmar que o réu já estava na unidade de saúde quando o crime ocorreu, já que há a versão de que “Frank estava presente no local do crime e que o atendimento na Policlínica do Coxipó ocorreu devido aos ferimentos causados pelo golpe de fação que a vítima lhe dera”.

 

Além disso, Zanin destacou que a defesa está recorrendo contra uma decisão monocrática do STJ, sendo que se o STF julgasse o caso antes do colegiado da Corte Superior ocorreria supressão de instância. Com base nisso ele negou seguimento ao habeas corpus.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você ainda costuma comprar ovos de Páscoa?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quarta-feira, 25/03/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.