dívida de 25 euros 17.02.2025 | 13h49

jessica@gazetadigital.com.br
João Vieira
O réu Sandro Rogério da Silva será julgado essa semana por homicídio e tentativa de assassinato ocorridos há 18 anos, em Portugal. O júri popular está marcado para as 9h do dia 19 de fevereiro, na sede da Justiça Federal, em Cuiabá.
Conforme apurado, o réu foi preso em São Paulo, em 2020, após anos foragido da Justiça.
Ele é acusado de matar o português Luís Filipe Carecho Nunes e tentar matar o ucraniano Roman Adazhiy, em janeiro de 2007, na cidade de Entroncamento, distrito de Santarém, em Portugal.
Conforme informações, o homem trabalhava em um prostíbulo na cidade do qual a esposa era dona e as vítimas clientes.
No dia 28 de janeiro de 2007, as vítimas estavam no local e houve o desentendimento entre Sandro Rogério e a dupla devido a uma dívida de 25 euros (aproximadamente R$ 150). As vítimas tentaram ir embora, mas o carro em que estavam foi perseguido pelo réu, que atirou e atingiu Luiz Fulipe. Ele foi hospitalizado, mas morreu no dia 2 de fevereiro. O ucranino não foi atingido.
Logo após o crime, o réu fugiu com a família para a Espanha e depois para o Brasil, onde passou a morar em Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte).
Em 2019 ele teve a prisão decretada no Brasil e o homem foi capturado em 19 de junho de 2020.
No dia 30 de janeiro foi realizada a audiência preparatória, durante a qual foram sorteados 25 jurados e 15 suplentes, dentre os quais serão selecionados 07 para atuar no julgamento. A audiência contou com a presença do presidente do Júri, Juiz Federal Paulo César Alves Sodré, e, de forma remota, do representante do Ministério Público Federal, do representante da Defensoria Pública da União, dos advogados de defesa do acusado e de servidores da 7ª Vara Federal.
A sessão de julgamento será realizada de forma híbrida.
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