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grupo de 40 pessoas 21.11.2023 | 14h25

Cliente denuncia pousada e ex-funcionário por golpe em pacote para o final do ano

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Vanessa Araujo - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Natal e Ano Novo são momentos importantes na vida das pessoas, de confraternizar e reunir a família. Na data, muitas delas viajam para passar um tempo longe da cidade e perto quem ama. Esse é o caso de Patrícia Erika Carvalho, 45, que comprou diárias para passar a virada do ano em uma pousada, no entanto, tudo começou a dar errado quando ela percebeu que havia caído em um golpe.

 

Patrícia juntamente com um grupo de 40 pessoas alugou quartos na City Camp Club, em Cuiabá, para passar 3 dias no Ano Novo. Contrato foi feito com um dos funcionários da empresa, porém, ao realizar o pagamento da segunda parcela, o grupo foi informado de que o acordo não existia e que para hospedarem teriam que pagar R$ 10.000,00. Valor muito acima do firmado anteriormente.

 

“Ficou combinado o pagamento da primeira parcela para agosto e as outras para outubro e novembro. Ficando no total de R$ 6.500,00 divido pelo grupo. Desde o começo, nós ficamos conversando com o funcionário, em momento nenhum imaginamos uma situação dessas […], quando fui pagar a segunda parcela e entrei em contato com a pousada, o pessoal me informou que o funcionário não trabalhava mais lá e me falaram que eu tinha sofrido um golpe”, contou.

 

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O contrato assinado por Patrícia estava em nome do ex-funcionário e não da empresa, inclusive, a conta bancária também era dele. Ela chegou a questioná-lo sobre o porquê do acordo não ser no CPNJ da empresa e ele afirmou que o valor seria repassado para os proprietários.

 

“Eu cheguei a questioná-lo e ele disse: ‘sim, Patrícia, toda reserva eu passo no meu nome que eu tiro uma comissão de reserva, além do meu salário e repasso para a proprietária o restante’. Eu achei estranho na hora, até questionei, mas como eu ia imaginar que tinha essa mulher [proprietária] e que eu tinha que ir atrás dela?”, disse.

 

Patrícia já havia se hospedado no local em outra ocasião com pessoas da sua igreja. Ela chegou a visitar a pousada novamente para fechar as diárias e foi atendida pelo ex-funcionário da empresa, além de ter sido apresentada para o caseiro da propriedade.


“Ele me recebeu lá na chácara [ex-funcionário], me apresentou os outros funcionários e não tinha a menor possibilidade de eu imaginar que ele futuramente ia dar um golpe”, relatou.

 

Conforme a denunciante, a proprietária da chácara afirma que não tinha conhecimento das práticas criminosas do ex-funcionário e que como o contrato não está em seu CPNJ, não iria se responsabilizar pelo prejuízo da cliente. A consumidora registrou boletim de ocorrência relatando o dano sofrido.

 

entrou em contato com o ex-funcionário da City Camp Club, que afirmou ter realizado os repasses dos valores para a proprietária do espaço.

 

“Eu não tenho ligação com esse caso, pois não faço parte do quadro de funcionário, quando eu fazia a proprietária teria ciência das minhas funções administrativas”, afirmou.

 

Questionado sobre o contrato estar em seu nome, ele disse que era uma prática da empresa.

 

“Fazia continuamente, nem a conta empresarial a empresa tinha, era feito os pix e transferências sempre em nome de funcionários (sic)”, disse.

 

Reportagem também entrou em contato com a City Camp Club solicitando um esclarecimento, mas até a publicação desta matéria, não obteve respostas. O espaço segue aberto.

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