eleições americanas 12.11.2020 | 17h50
Reprodução/Wikimedia Commons
Uma das testemunhas apresentadas pelo partido Republicano, de Donald Trump, no processo que alega suposta fraude na contagem de votos na Pensilvânia, voltou atrás. Após a abertura das investigações, ele admitiu que teria forjado as provas. A notícia é do Washington Post.
De acordo com o jornal, Richard Hopkins, um funcionário do serviço postal de Erie, Pensilvânia, afirmou que ouviu alguns de seus supervisores discutindo um plano para atrasar as cédulas de correio para o dia da eleição, o que poderia excluir algumas cédulas da contagem já que alguns estados não aceitam após o prazo.
O presidente do Comitê Judiciário do Senado, Lindsey Graham, então encaminhou o assunto ao Departamento de Justiça e FBI para investigação. Mas quando foi questionado por investigadores federais, ele voltou atrás em suas declarações.
O processo movido pela campanha de Trump utilizando como provas o funcionário tinha como objetivo impedir a certificação da vitória de Joe Biden no Estado. Contudo, a reviravolta pegou os integrantes do comitê de surpresa.
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O Comitê de Supervisão da Câmara, em sua conta oficia no Twitter, afirmou que a testemunha havia mudado sua versão. "Os investigadores do IG informaram a equipe do Comitê hoje que entrevistaram Hopkins na sexta-feira, mas que Hopkins DESMENTIU SUAS ALEGAÇÕES ontem e não explicou por que assinou uma declaração falsa", diz trecho.
Mas o presidente Donald Trump, também nas redes sociais, compartilhou um vídeo de Richard Hopkins, no qual afirma que a testemunha não se retratou. "Bravo patriota. Mais e mais pessoas estão se apresentando para expor essa eleição fraudada", disse o twitt.
Mas a rede social marcou essa publicação do presidente dizendo que "a reclamação de fraude na eleição é contestada".
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