teme pela família 12.05.2025 | 12h07

allan@gazetadigital.com.br
Allan Mesquita
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), revelou sofrer ameaças ao defender a lei que autoriza o uso de escolta pessoal para ele, sua esposa a vereadora e primeira-dama Samantha Iris (PL) e seus filhos. A declaração foi dada na sexta-feira (9), durante coletiva de imprensa no Palácio Alencastro, em resposta às críticas do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
Durante a entrevista, justificou que tem enfrentado com diversos interesses. “A quantidade de empresas, a quantidade de pessoas que eu tenho enfrentado, a quantidade de situações que a gente tem enfrentado… Eu não posso brincar com a minha segurança e nem com a segurança dos meus filhos e da minha esposa. A gente tem tratado com milhões, com dívida, com valores exorbitantes. Eu não vou, só para agradar o Emanuel, deixar minha família em risco”, iniciou.
Abilio seguiu lembrando que o ex-prefeito e a ex-primeira-dama Márcia Pinheiro (PV) também faziam uso da estrutura de segurança da prefeitura. “Por mais que ele esteja com outra percepção, ele tinha o número de segurança tanto quanto eu tenho. Continua sendo a mesma proteção que ele tinha direito. A Márcia andava com segurança, a Márcia inclusive teve o carro da prefeitura roubado no salão de cabeleireiro”, afirmou.
O gestor citou ainda possíveis irregularidades da antiga gestão. “Vocês sabiam que tinha servidor da prefeitura, de uma empresa terceirizada, que trabalhava na casa do Emanuel? As coisas que o Emanuel fez na gestão dele, inclusive voltada a ele, é muito diferente das coisas que a gente faz. A gente faz com o seguimento da lei, com a legalidade", destacou.
Ao final, o chefe do Alencastro ainda revelou que há diversas tentativas de ataques virtuais contra ele e sua equipe. Segundo ele, as ocorrências são tratadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
“Tem muitas e muitas tentativas de invasão no nosso celular, de clonar o nosso WhatsApp. Tem muita tentativa de tentar aparecer em frente às câmeras em algum momento ou outro, tentando fazer alguma ação que às vezes a gente não sabe qual é o resultado final. Então assim, a gente sabe com quem a gente tá lidando”, concluiu.
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Paulo - 13/05/2025
Que escolta policial, tá de brincadeira, o povão paga
1 comentários