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Às vésperas da votação 12.01.2026 | 18h15

Botelho cobra que MT reconheça dívida e pague o acumulado

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TV Vila Real

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Às vésperas da votação do projeto do percentual de Reajuste Geral Anual (RGA) aos servidores públicos, o deputado estadual Eduardo Botelho (União) cobrou o governo de Mato Grosso sobre o reconhecimento da dívida acumulado no decorrer dos anos, especialmente durante a pandemia de covid-19. Ele também pressiona para que o pagamento seja feito, mesmo que parcelado.

 

Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, nesta segunda-feira (12), Botelho destacou que mesmo que o índice do RGA já esteja definido e não possa incluir perdas passadas, o Estado tem condições de planejar o pagamento da dívida a longo prazo, desde que a reconheça formalmente.

 

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“Defendo que haja uma discussão para reconhecer que tem uma dívida com os servidores, que tem anos que o servidor não recebeu, por causa da pandemia, principalmente. Então nós temos que fazer essa colocação, fazer um reconhecimento” declarou Botelho.

 

A votação do percentual da RGA está marcada para essa quarta-feira (14), no retorno das sessões na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), para estabelecer o reajuste salarial aos funcionários públicos, que deverá ser calculado de acordo com o índice Oficial de Inflação (IPCA), atualizado em 4,26%.

 

O líder do governo de Mato Grosso na ALMT, o deputado Dilmar Dal Bosco (União) afirmou que, até o momento, não houve qualquer sinalização do governador sobre a possibilidade de conceder um percentual superior ao da inflação. 

 

Eduardo Botelho afirma que existem recursos para fazer a correção dos salários e pressiona para que o reajuste não seja só a correção pela inflação, mas que também reponha as perdas acumuladas de anos anteriores, para "fazer justiça" aos servidores.

 

“O governo insiste, de forma sistemática, em não pagar essas RGAs atrasadas. O que não dá para entender é o motivo, já que o governo tem dinheiro em caixa. Hoje, o Estado tem sim condições de fazer um planejamento, especialmente de longo prazo. Pagar tudo de uma vez agora? Não tem como. Mas tem, sim, como planejar para ir pagando aos poucos, ao longo dos anos", diz o deputado.

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