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CUSTO DE PELO MENOS R$ 500 MIL 07.01.2025 | 14h27

Com obras paralisadas no antigo PS, deputados prometem reforma na ala materno-infantil

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Vinicius Mendes

Vinicius Mendes

Atendendo a um pedido da juíza Gleide Bispo dos Santos, da Vara da Infância e Juventude de Cuiabá, deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) visitaram, na manhã desta terça-feira (7), o antigo pronto socorro de Cuiabá e prometeram a reforma na ala materno-infantil. O custo deve ser de pelo menos R$ 500 mil pago pelo Legislativo Estadual.

 

Leia também - Botelho reconhece acertos de Abilio, mas diz que prefeito ‘não tem humildade nenhuma’

 

As obras no antigo pronto socorro foram iniciadas no ano passado, ainda durante a intervenção do Estado na Saúde da capital. O governador Mauro Mendes anunciou que lá seria construído o Centro Médico Infantil. Contudo, com o fim da intervenção as obras foram paralisadas. A juíza Gleide Bispo dos Santos então buscou a ALMT para que custeasse, pelo menos, a ala materno-infantil da unidade.

 

“Quando nós visitamos [os médicos] também pediram para reformar o terceiro andar, os médicos sugeriram que fizesse um pronto atendimento infantil aqui e deu início à obra, mas aí acabou a intervenção e a obra ficou paralisada. Então a nossa expectativa é da conclusão da parte de baixo aqui do pronto atendimento e também do terceiro andar onde ficam os 40 leitos”, explicou a juíza.

 

Na visita de hoje (7), ao hospital compareceram os deputados Dr. João, Janaina Riva, Júlio Campos, Eduardo Botelho, além de outras autoridades como o prefeito Abilio Brunini. A visita teve como objetivo conhecer as instalações e analisar a forma que a Assembleia Legislativa poderá ajudar na reforma. De acordo com Dr. João, esta obra será custeada com recursos próprios da Assembleia e não por meio de emendas parlamentares.

 

“Nós vamos fazer o projeto, ver o preço que vai ficar e a Assembleia vai pagar, vai fazer como prometido. A doutora Gleide inicialmente tinha solicitado à Assembleia R$ 500 mil, eu não conheço ainda como está a situação, pelo que eu estava conversando com a deputada Janaina, parece que R$ 500 mil não dá, então mesmo que for mais que isso a Assembleia vai bancar e como prometemos à doutora, vai cumprir a promessa”, disse o deputado.

 

Janaina contou que foram procurados no ano passado pela magistrada, ainda no período eleitoral, mas decidiram aguardar a posse do novo prefeito para que pudessem dar andamento a este projeto. Esta reforma será incluída no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado ao fim da intervenção, para que o Município de Cuiabá possa receber os recursos com mais facilidade e possa concluir a obra.

 

Janaina disse que o custo deve ser, na realidade, de pelo menos R$ 1,5 milhão. Ela pontuou que seu desejo era a criação de um hospital materno-infantil, porém, considerando as dificuldades financeiras da capital, decidiu pela reforma neste momento.

 

“À época, na campanha do Botelho, nós tínhamos uma proposta que tinha sido elaborada junto com o Governo do Estado, que era para fazer tudo isso na Santa Casa, só que também temos que entender que o Abilio acabou de assumir, está apontando inúmeras dificuldades, despesas e dívidas que foram contraídas na gestão anterior, então enquanto a gente não tem uma sinalização sobre um hospital materno-infantil ou infanto-juvenil, a gente vai fazer essa reforma”.

 

A deputada atribuiu estes problemas no antigo Pronto Socorro à gestão de Emanuel Pinheiro, que inclusive teria prejudicado a população do interior do estado.

 

“Essas dificuldades financeiras são fruto do descaso do passado, algo que a gente já tinha constatado, o próprio Tribunal de Contas indicou isso, os deputados e vereadores a todo momento falando do caos da Saúde em Cuiabá, e isso atinge o estado inteiro, sabem que agora no final do ano, por exemplo, o HMC não estava recebendo pacientes porque não tinha médico para atender, isso paralisa o interior também, então é sim fruto do descaso do passado e que agora, acho que em uma força conjunta, independente de questões partidárias, nós temos que somar esforços para poder resolver”.

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