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grampolândia pantaneira 09.10.2019 | 20h53

Delegada é removida da equipe que investiga os grampos

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Divulgação

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A delegada Luciana Canavarros não faz mais parte da equipe que investiga as escutas telefônicas clandestinas em Mato Grosso. A policial passou a integrar as investigações da gampolândia pantaneira em maio desse ano e estava de férias desde o dia 16 de setembro. Por enquanto, seguem na força-tarefa as delegadas Jannira Laranjeira Siqueira Moura e Ana Cristina Feldner.

 

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A informação foi confirmada pela assessoria da Polícia Civil, que justificou a saída por conta de falta de delegados no Estado. Não foi informado para qual setor ela foi encaminhada.

 

No entanto, há informações que o motivo da exclusão de Canaverde é por causa da chegada de Feldner, que substituiu o delegado Rafael Scatolon.

 

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (9) pela Diretoria Geral da Polícia Civil.

 

“A Diretoria Geral destaca que durante o período que esteve na equipe a delegada contribuiu muito para as investigações desenvolvidas e ressalta que a decisão visa a eficiência na execução dos trabalhos executados pela Polícia Judiciária Civil”, informou a polícia civil.

 

A assessoria informa que a carência de delegados se acentuou nos últimos 3 anos, com a saída de 36 policiais da corporação.

 

Grampolândia Pantaneira
As investigações que culminaram na prisão de ex-secretários de Estado e de oficiais de alta patente da Polícia Militar de Mato Grosso apontam para um esquema de escutas ilegais que foi capaz de interceptar mais de 800 conversas de políticos, advogados e jornalistas.

Os telefones foram inteceptados com autorização judicial através de uma técnica denominada barriga de aluguel, quando números de pessoas não investigadas foram incluídos nos pedidos de interceptação encaminhados aos magistrados.

 

Além dos secretários e militares, promotores e procuradores do Ministério Público Estadual (MPE) são acusados de integrarem o esquema, assim como agentes do Judiciário.

 

Confira nota 

A Polícia Judiciária Civil comunica que a delegada de polícia, Luciana Batista Canaverde, deixa de integrar a equipe que conduz os inquéritos policiais que apuram as interceptações telefônicas ilegais no Estado de Mato Grosso.

 

A decisão de realocação da delegada foi tomada pela Diretoria Geral da Polícia Civil, nesta quarta-feira (09.10) devido à carência de delegados em diferentes áreas da instituição, diante de situações emergenciais e de interesse público.

 

A Diretoria Geral destaca que durante o período que esteve na equipe a delegada contribuiu muito para as investigações desenvolvidas e ressalta que a decisão visa a eficiência na execução dos trabalhos executados pela Polícia Judiciária Civil e da administração pública, uma vez que nos últimos três anos, 36 delegados se aposentaram deixando de integrar ativamente a instituição.

 

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