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contra empréstimo 19.02.2020 | 12h27

Emanuel acusa vereador de por seu nome na 'boca de um sapo'

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João Vieira

João Vieira

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) confirmou a continuidade do processo de empréstimo dolarizado de cerca de R$ 500 milhões para obras em Cuiabá. No entanto, o chefe do Executivo municipal acusou um vereador da oposição de fazer "macumba" para atrapalhar a transação.

 

"Eu  vejo tanta gente torcendo para dar errado e eu só entregando obra. Está com a cabeça onde esse vereador? Ele está louco, está rezando. Eu soube até que ele foi visto em um centro de macumba, fazendo macumba. Viram ele e eu pedi até para tirar foto. Amarrando o meu nome na boca de um sapo para que esse empréstimo não acontecesse. Eu tenho testemunha disso, mas não vou envolver a pessoa", disse Emanuel Pinheiro (MDB) nesta quarta-feira (19). 

 

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Pinheiro tinha sido questionado a respeito das declarações do secretário de Planejamento, Zito Adrien, que o empréstimo teria sido adiado. "Não tem nada disso, não sei onde o secretário tirou isso de que o empréstimo seria parado. Esse é o maior legado que eu quero deixar para a população cuiabana, independente de quem será o prefeito". 

 

Emanuel Pinheiro afirmou que os vereadores opositores tem a 'cabeça pequena', e que por isso não pensam em Cuiabá. "Eles são inexpressíveis demais, por isso não me atrapalham em nada, não me incomodam, são medíocres, eles querem ver o quanto pior melhor, não querem que nada aconteça". 

 

O empréstimo foi aprovado pela Câmara de Cuiabá no ano passado no valor US$ 115 milhões, para realização de obras de infraestrutura dentro do Programa Cuiabá 300 anos. “A consulta prévia foi aprovada, não quer dizer que o empréstimo foi aprovado. É um longo caminho porque é rigoroso, todas as etapas estão sendo cumpridas. Eu empresto US$ 115 milhões, a União já deu o aval para seguir em frente, mas não quer dizer que o total será liberado”, explicou.   

 

“Quando a equipe do CAF chegar a Cuiabá, avalizar obra a obra e aprovar, volta para União, ao Tesouro Nacional. Aí a União pode dizer: não vamos avalizar os 115 milhões, vamos avalizar 50 milhões de dólares. É todo um plano de aplicação que leva de três a cinco anos, não é um dinheiro que aprovou cai na conta do município. Estou deixando como legado para os próximos prefeitos", finaliza.  

 

Outro lado

 

A prefeitura se posicionou por meio de nota. Confira na íntegra.

 
"A respeito da entrevista concedida na manhã deste dia 19/02 sobre uma possível “macumba”. O prefeito Emanuel Pinheiro esclarece que:
- Foi infeliz ao fazer esse comentário;
- Reforça que respeita todas as religiões e que ao falar a palavra “macumba” na forma figurativa, não afirmou em se tratar de nenhuma religião específica, e sim de uma possível intenção de prejudicar a gestão. Até porque, como é de conhecimento geral, a chamada “macumba” não possui vínculo com nenhuma religião;
- Por fim, afirma que comentou algo que vieram lhe relatar, mas que em nenhum momento isso passou a ser relevante dentro da meta de fazer de Cuiabá uma capital mais humanizada e com qualidade de vida para a população".

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Comentários

José L Moraes - 20/02/2020

Faz empréstimo em dólar depois fica igualzinho o estado, com a corda no pescoço, o próximo prefeito que entrar vai levar a fama de ruim, sendo que o antecessor é quem fez a lambança.

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