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APÓS CAMINHADA EM BRASÍLIA 26.01.2026 | 09h46

Fagundes torce para que autoridades 'abram o coração' e vejam 'injustiça' contra Bolsonaro

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Assessoria

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O senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), participou neste domingo (25), na Praça do Cruzeiro, em Brasília, da “Caminhada pela Liberdade”, mobilização liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de estado, cumprindo pena na Papudinha.   

 

A manifestação reuniu apoiadores bolsonaristas após seis dias de percurso e cerca de 240 quilômetros caminhados desde Paracatu, interior de Minas Gerais, até a capital federal. Mesmo sob chuva intensa, o público permaneceu concentrado no local, onde o encerramento foi marcado por discursos, momentos de oração e cobranças políticas direcionadas ao Senado.

Wellington esteve acompanhado do senador Izalci (PL-DF) e de outros parlamentares.

Para o senador, a mobilização ultrapassou o caráter simbólico e se consolidou como um apelo nacional.

 

“Essa chuva vem para lavar a alma de todos os brasileiros. O que está acontecendo no Brasil está insustentável. Estamos aqui junto com o Nikolas, com o senador Izalci e muitos parlamentares para acordar o Brasil”, afirmou.

 

Segundo o senador, o ato teve como eixo central a defesa da liberdade e da justiça, além de um pedido para que as instituições revejam posturas diante do atual cenário político e jurídico.

 

“Nós estamos aqui, sim, pela liberdade. Nós estamos aqui pela justiça. Nós acreditamos e pedimos muito para Deus entrar no coração das autoridades responsáveis. Não é possível tanta injustiça”, declarou.

 

Fagundes citou decisões judiciais relacionadas aos atos de 8 de janeiro e criticou o que considera desproporcionalidade em algumas condenações. Também lamentou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta restrições que, segundo ele, afetam o ambiente político e partidário.

 

“Uma mulher que pichou uma estátua foi condenada a 14 anos de prisão. No dia seguinte, lavaram a estátua com água e sabão e estava tudo perfeito. Ao mesmo tempo, vemos o presidente Bolsonaro sem nenhuma denúncia de corrupção em seu governo e sem liberdade, impedido até de falar ao telefone com pessoas próximas, inclusive com o presidente do próprio partido, Valdemar Costa Neto, em pleno ano eleitoral”, disse.

 

Segundo Wellington, há audiência marcada com o procurador-geral da República para discutir o tema. “Não é possível que o maior partido do Brasil não possa conversar com sua maior liderança, que é o presidente Bolsonaro”, completou. 

 

Wellington reforçou que, com a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional, é fundamental ampliar investigações parlamentares sobre denúncias de fraudes e desvios de recursos públicos.

 

“O escândalo do INSS cresce a cada dia, são bilhões e bilhões. Precisamos ampliar essa CPMI e também instalar a CPMI do Banco Master. Muita gente injustamente presa e muita gente que desviou bilhões ainda está solta”, afirmou.

 

Por fim, o senador defendeu a união do campo conservador para as eleições de 2026. “Agora é ano eleitoral. É o ano em que o eleitor será soberano. Precisamos nos unir”, concluiu. 

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Comentários

benedito da silva - 26/01/2026

Vocês já tinham visto coisa mais ridícula do que esta declaração de Fagundes lambe botas de bolsonaro, tudo para ganhar votos do gado? Será que ele está falando sério? Eu sugiro a esse pretenso candidato a governador que se ofereça pra ficar no lugar de bolsonaro na papuda.

washington luiz de souza lopes - 26/01/2026

esse senador não tem é vergonha na cara, o povo de mato grosso tem que saber escolher o candidato ao governo, porque esse verme não vale um pequi ruído

Edenilma Souza Queiroz - 26/01/2026

Injustiça foi o que ele fez com essas vítimas. mais de 700 mil mortes por Covid-19 no Brasil refere-se ao total de óbitos registrados no país durante a pandemia. A responsabilidade do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro por parte dessas mortes, devido à alegada omissão na compra de vacinas e políticas negacionistas, foi objeto de intensa investigação, principalmente pela CPI da Covid. Jair messias Bolsonaro tem que pagar.

Luis Carlos do Espírito santo - 26/01/2026

Coitadinho foi preso injustamente golpista sem vergonha seu lugar é na cadeia sem Anistia

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