AGORA É OFICIAL 26.03.2026 | 08h53

fred.moraes@gazetadigital.com.br
Mayke Toscano/Secom-MT/Arquivo
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), anunciou, nesta quinta-feira (26), que deixará o comando do Executivo Estadual a partir do dia 31 de março, próxima terça-feira, para poder ser candidato ao Senado, nas eleições deste ano. Cumprindo o calendário eleitoral, o governador poderia até 4 de abril permanecer no cargo e só depois descompatibilizar do cargo, mas diante das especulações em torno do seu nome, adiantou a decisão.
Conforme a assessoria de comunicação do governador, o vice-governador Otaviano Pivetta será empossado na semana que vem, no fim da tarde. O anúncio foi feito ao lado da primeira-dama Virginia Mendes, marcando o encerramento de um ciclo da gestão estadual. De acordo com o governador, a decisão de renunciar para viabilizar a pré-candidatura ao Senado foi conjunta, após ouvir a família, amigos, apoiadores, lideranças e a população de todas as regiões do estado.
“Tenho muito orgulho de olhar para trás e ver tudo o que conseguimos fazer em Mato Grosso. Pegamos um Estado quebrado, com salários atrasados, obras paradas e sem credibilidade, e hoje entregamos um governo com as contas em dia, investimentos recordes e que recebe elogios do Brasil inteiro. Nosso povo voltou a ter orgulho de dizer que é de Mato Grosso. Deixo meu grande abraço e agradecimento a todos", relatou.
O governador ressaltou o trabalho do vice-governador Otaviano Pivetta, que dará continuidade às melhorias que vem sendo feitas no Estado. "Ele esteve ao nosso lado nesses sete anos e três meses, ajudou em diversas das melhorias que estamos conseguindo entregar para a população, como as rodovias asfaltadas e uma educação melhor. Já foi prefeito de Lucas do Rio Verde, por três anos, tem muita experiência de governo e vai dar sequência nesse trabalho para que Mato Grosso continue melhorando para todos", disse.
Mauro pontuou que a disputa ao Senado visa dar continuidade ao seu propósito de continuar trabalhando pelo povo de Mato Grosso.
"Antes de entrar na política, eu criticava os políticos. Até que decidi entrar para fazer diferente e mostrar que com Deus na frente, honestidade e trabalho sério, é possível mudar a vida das pessoas. E da mesma forma tenho criticado muito as leis federais que emperram o estado, o país, e incentivam a impunidade e a injustiça. Acredito que chegou a hora de fazer mais do que criticar e cobrar, e sim me colocar à disposição para que tenhamos leis mais eficientes e voltadas à realidade de Mato Grosso e do Brasil, especialmente na Segurança Pública", completou.
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