BOICOTE DA CÂMARA 17.05.2026 | 10h00

laisa@gazetadigital.com.br
João Vieira
Num cenário de desafios enfrentados desde que tomou posse, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destacou as dificuldades impostas pela Câmara de Vereadores à sua gestão, segundo ela, propositalmente. Um dos pontos citados é o orçamento limitado para remanejamento, de apenas 5%. Além disso, houve um pedido de cassação arquivado e agora algumas investigações conduzidas pelo Ministério Público de Mato Grosso.
Ao citar o orçamento reduzido, ela destacou que não existe Executivo que trabalhe com margem tão limitada.
“A maioria dos prefeitos tem de 20% a 25%. No final do ano, o Kalil chegou a ter 30% de remanejamento. Então, por que foi colocada uma emenda para dificultar a minha gestão? Isso dificulta levar asfalto, comprar medicamento, pagar médicos, criar equipes de saúde. Vamos colocar a mão na consciência”, desabafou Moretti em entrevista esta semana.
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Quando perguntada se o vídeo divulgado de seu esposo contando maços de dinheiro, a prefeita foi categórica ao afirmar que se trata de perseguição política.
“Até porque é um vídeo muito antigo, uma questão particular dele, então assim, por que um vídeo sai agora? Por que saem agora umas matérias apimentadas? Eu acho que nós precisamos de uma Mesa [Diretora] que converse com a prefeita, e hoje o presidente da Câmara não conversa. Desse jeito, como nós vamos fazer a gerência da nossa cidade?”, indagou.
Entendendo o orçamento
Na gestão pública, o orçamento é uma estimativa feita no ano anterior. Entretanto, no dia a dia, imprevistos exigem que o prefeito movimente dinheiro de uma área para outra.
Assim, quando a Câmara Municipal limita essa autonomia a uma porcentagem baixa como 5%, a prefeitura enfrenta problemas como paralisia em situações de emergência, dependência total das decisões da Câmara e lentidão em processos burocráticos, com a possível perda de recursos.
Ainda, é comum que tribunais de contas e especialistas em direito financeiro considerem mais prudente o uso de limites de 15% a 20%. Sendo essa uma margem que garante que o prefeito governe sem amarras excessivas, mantendo a obrigação de pedir aval à Câmara apenas para grandes reestruturações financeiras.
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LUIZ CARLOS FERNANDES - 18/05/2026
Bom dia. Prefeita, foi eleita na onde bolsonarista, todavia não vem cumprindo seu papel, só reclama não tem atitude, investiu um valor alto em algo sem nenhuma necessida como a Expovag, deveria pedir emendas aos deputados para investir na saúde, asfalto, esgoro, todavia pede emendas para investir em festa, os contribuites de VG não aguentam mais, chega prefeita, pare de ir reclamar nas redes sociais e tenha mais atitude, tire um dia da semana para andar nas ruas dos bairros, verificar de perto os problemas dos buracos, falta de água e demais problemas que existem em VG.
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