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SEM ESPAÇO 24.02.2026 | 14h52

União impede saída de descontentes do grupo para eleições

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Arquivo/ Gazeta Digital

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O União Brasil não deve liberar a vereadora por Cuiabá Michelly Alencar, nem outros filiados considerados “inconformados” para deixar a sigla, visando as eleições de 2026, pelo menos por ora, a poucos dias do início da janela partidária a deputados com mandato. A negativa foi anunciada ao pelo deputado estadual Dilmar Dal Bosco, que também ocupa a função de secretário-geral do partido no Estado.

 

Segundo ele, não há qualquer discussão interna sobre concessão de carta de anuência, instrumento necessário para que vereadores mudem de partido fora da janela partidária sem risco de perder o mandato, inclusive a nível nacional.

 

“A Michelly está no partido, disputou duas vezes pelo partido. Eu acho que, após aporte financeiro, inclusive para a campanha dela, o partido também tem o direito sob o mandato. Então, eu não vejo [espaço para liberação], inclusive nós temos alguns procedimentos de não liberação não só dela, mas de nenhum filiado”, afirmou.

 

Conforme o parlamentar, até o momento não houve tratativas nesse sentido dentro da direção estadual, o que pode indicar o esvaziamento da possibilidade. “Eu desconheço qualquer possibilidade da liberação do nome dela do partido. Como secretário-geral, em todas as conversas com as lideranças, com o diretório estadual, eu não vejo nenhuma possibilidade. Ninguém trouxe à mesa essa possibilidade”, completou.

 

Saída 

Michelly formalizou, no dia 27 de janeiro, pedido de desfiliação junto ao diretório municipal, presidido pela deputada federal Gisela Simona. A solicitação foi encaminhada à instância estadual, comandada pelo governador Mauro Mendes, que deverá analisar o caso.

 

A vereadora, reeleita em 2024 com 4,5 mil votos, após ter sido eleita em 2020 com 2,8 mil, sustenta que não há ambiente interno no União Brasil para viabilizar seu projeto de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Ela argumenta que a presença de quatro deputados estaduais já consolidados na sigla dificulta uma candidatura competitiva, especialmente para mulheres.

 

“Meu projeto eleitoral é ser deputada estadual. No partido que me encontro não vejo ambiente para isso. São quatro deputados eleitos, com bases qualificadas. É minha primeira campanha e eu preciso de condições de igual para igual”, declarou recentemente. A parlamentar também confirmou diálogo mais avançado com o Partido Novo.

 

Nos bastidores, a avaliação é de que a eventual liberação abriria precedente para outros pedidos e poderia fragilizar a montagem das chapas para 2026. Já a direção partidária reforça que houve investimento financeiro nas campanhas e que o mandato pertence à legenda, conforme entendimento consolidado na legislação eleitoral.

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