Operação Rêmora 02.07.2019 | 12h46
Otmar de Oliveira
Declarando-se inocente das acusações de caixa dois supostamente praticados em esquema de propina na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o ex-governador Pedro Taques (PSDB) colhe provas para processar delatores da Operação Rêmora.
O advogado Emmanuel Figueiredo, que o representa, obteve acesso aos autos da ação penal que corre na 7ª Vara Criminal de Cuiabá e as delações que foram remetidas ao Supremo Tribunal Federal ( STF), que citam o tucano.
A motivação dos processos que ainda estão por vir deve-se ao fato de Taques sentir-se prejudicado na eleição do ano passado, em que fracassou na tentativa de reeleição.
O advogado cita como exemplo desse desgaste uma declaração do ex-secretário Perminio Pinto de que teria trocado mensagens por WhatsApp com Taques sobre o pagamento de propina e que repercutiu na mídia nacional pouco tempo antes da eleição.
A defesa afirma que não tem interesse na prescrição, mas sim na sentença ou arquivamento do caso. Por conta disso, entrou com agravo junto ao STF questionando o fato de haver processo tanto na Justiça comum quanto na eleitoral. O agravo está sob relatoria do ministro Marco Aurélio.
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