Publicidade

Cuiabá, Segunda-feira 17/08/2026

Judiciário - A | + A

APENAS 4 ASSINATURAS 17.08.2026 | 17h13

MP vê irregularidade na ata da reunião que definiu Gisela como vice de Pivetta

Facebook Print google plus

Divulgação

Divulgação

O Ministério Público Eleitoral (MPE) deu prazo de três dias para que a Federação União Progressista explique por que a ata que oficializou a substituição do deputado federal Fábio Garcia pela ex-deputada federal Gisela Simona (União) no posto de candidata a vice-governadora não consta o número mínimo de assinaturas da executiva estadual. Com 11 nomes no comando da Federação, o mínimo exigido para possuir maioria seriam seis assinaturas, mas foram apresentadas apenas quatro. A decisão final é do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).


Na manifestação, assinada pelo procurador federal Fabrizio Predebon da Silva, é citado o artigo 16 do estatuto da federação, que indica que a sua direção será composta por 11 membros. Desse modo, para que as deliberações tenham validade, precisam ser aprovadas pela maioria absoluta, isto é, por pelo menos seis votos.

 

Leia também - CNJ manda investigar juíza de Cuiabá acusada de desrespeitar advogados e proibir entrada da presidente da OAB


Conforme documento enviado à Justiça Eleitoral pela federação, a decisão de reorganizar a chapa após a desistência de Fábio Garcia foi tomada em reunião da direção estadual. O texto fala que, tanto a aprovação da candidatura de Fábio Garcia a deputado federal como a de Gisela Simona para vice-governadora foram tomadas por unanimidade. Ocorre que a ata segue assinada por quatro dos onze integrantes da diretoria.


Assinaram o documento, o ex-governador Mauro Mendes (União), a ex-senadora Margareth Buzetti (PP), o ex-senador Cidinho Santos (PP) e Aécio Guerino de Souza Rodrigues, presidente do MT Gás. Entre os membros titulares, só não assinaram o próprio Garcia, o senador Jayme Campos (União), que rompeu com os demais, e o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União).


Constam, ainda, quatro suplentes. São eles: a ex-primeira-dama Virginia Mendes, o deputado estadual Júlio Campos, o presidente da MT Par Wener Santos, e o empresário Eusébio Diniz.


Para o Ministério Público Eleitoral, ao não alcançar o quórum mínimo, a federação corre “risco de nulidade sobre as substituições operadas e sobre a própria subscrição do DRAP”. DRAP é o documento do partido, federação ou coligação que informa à Justiça Eleitoral sobre os dados necessários para o registro das candidaturas.


“[...] o Ministério Público Eleitoral manifesta-se pela intimação da Federação União Progressista, na pessoa de seu representante legal, para que, no prazo de 3 (três) dias, comprove a observância do quórum de maioria absoluta na deliberação que substituiu as candidaturas e designou o representante da federação ou ratifique tais atos em deliberação regularmente formada, sob pena de indeferimento do DRAP”, conclui a peça.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você concorda em tirar plataformas como Discord do ar ou acha que é censura?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Segunda-feira, 17/08/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.