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DEU EM A GAZETA 05.10.2022 | 06h59

Pecuarista que matou irmãos é condenado a 7 anos de prisão

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Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Pecuarista Celzair Ferreira de Santana, 57, que atropelou e matou os irmãos Katherine Louise Bittencourt e Diego Guimarães Bittencourt há quase 15 anos, é condenado a 7 anos e 10 meses de prisão em regime semiaberto. A decisão do tribunal do júri saiu na madrugada, após sessão que se estendeu por mais de 16 horas. A sentença foi lida pouco depois da 1h desta quarta-feira (05). Homicídio na direção de veículo ocorreu na cidade de Poconé (104 km ao sul) em 18 de novembro de 2007, quando Katherine e Diego, com 19 e 14 anos, tiveram a motoneta que ocupavam atingida por trás pela caminhonete Hilux do acusado. Perícia apontou que o veículo desenvolvia velocidade de 137 km/h e o pecuarista estava embriagado.  

 

Caso emblemático teve o julgamento transferido para a Capital a pedido da defesa do réu, depois de ser adiado por 4 vezes, a última no mês de junho, quando o pecuarista alegou problemas de saúde. Recursos protelatórios da defesa tentaram desqualificar o crime para culposo também transitaram em tribunais superiores, mas foram negados.  

 

O Ministério Público citou o poder econômico do réu e sua influência sobre testemunhas, que ou tinham relações de negócios ou vínculos de trabalho com ele. Os promotores destacaram que as provas periciais não deixaram dúvidas sobre o dolo, já que ao se embriagar em um leilão e assumir a direção do veículo a uma velocidade muito superior aos 40 km/h permitidos na via, assumiu o risco de provocar o acidente e as mortes. Já a defesa se concentrou em desqualificar laudos e apontou que os irmãos teriam contribuído para o acidente ao fazerem uma manobra de conversão irregular na via.  

 

A advogada Rosinéia Guimarães aguardava há quase 15 anos o julgamento do crime que lhe tirou os dois únicos filhos. Acompanhou emocionada cada depoimento e pronunciamento, relembrando todos os detalhes daquela tarde de domingo, quando esperava os filhos voltarem da visita da casa do pai. A tragédia aconteceu praticamente na porta da casa da família. Antes de iniciar o júri, afirmou que a condenação do réu traria alívio para seguir a vida pois, segundo ela, não tem como ter paz sem Justiça. Após a sentença, a reportagem não conseguiu falar com a mãe.  

 

Leia a reportagem completa em A Gazeta

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