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Cuiabá, Quinta-feira 26/03/2026

Judiciário - A | + A

decreto suspenso 23.02.2026 | 06h00

Volta dos descontos em folha é mais segurança financeira a servidores de MT

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Os servidores estaduais de Mato Grosso receberam com alívio as decisões do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, do Tribunal de Justiça do Estado (TJMT), que anularam o ato do governo estadual prevendo a suspensão, por 120 dias, dos descontos de empréstimos e cartões consignados em folha.


Com a reversão da medida, o fluxo de pagamento volta ao normal, reduzindo riscos de mora, encargos e registros de inadimplência, além de preservar o acesso do funcionalismo ao crédito consignado.


Embora o Estado alegue auditoria e proteção ao funcionalismo, o setor financeiro afirma que a suspensão — iniciada por decreto legislativo e retomada por atos da Sec. de Planejamento e Gestão (Seplag/MT) — gera insegurança jurídica e contraria entendimento do STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.900.


Dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) indicam impacto potencial de R$ 12 bilhões em operações, com tendência de encarecer os juros ao servidor.

 

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anuncio EAGLE  consignados

 

Regras claras, contratos preservados
Ao derrubar o decreto e suspender os efeitos das medidas administrativas, as decisões reforçam que legislar sobre sistema financeiro e política de crédito é competência privativa da União, conforme a Constituição.


Além de evitar mudanças inesperadas de regras, o restabelecimento do fluxo preserva contratos e o planejamento financeiro”, afirma César Fraga, superintendente jurídico e de compliance da Eagle SCD. Segundo ele, a previsibilidade sustenta taxas mais baixas no consignado e contribui para evitar atrasos que impactam o score de crédito.


Desdobramentos no Supremo
Na primeira quinzena de fevereiro, a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) protocolou ação contra os atos da Seplag/MT que suspenderam repasses e consignações por 120 dias.


A entidade sustenta que a medida gera insegurança jurídica e afeta contratos e a dinâmica de crédito.
Enquanto o debate segue, decisões cautelares mantêm a validade dos contratos em vigor.


Liberdade de escolha e concorrência
A digitalização e a ampliação de instituições autorizadas a operar consignado, incluindo fintechs e Sociedades de Crédito Direto (SCDs), ampliaram a concorrência, facilitaram a contratação remota e a comparação transparente de taxas, além de permitir a identificação de inconsistências sem paralisações amplas. “A inovação dá mais autonomia ao servidor”, afirma o executivo da Eagle SCD.


Impactos para o servidor
Para quem já tem contrato, a mudança é o retorno dos débitos regulares, reduzindo riscos de atraso. Para novas operações, o cenário fica mais estável.


Órgãos de controle seguem responsáveis por apurar abusos, preservando fiscalização e continuidade.


Num momento em que o planejamento doméstico é prioridade, a decisão judicial devolve ao servidor segurança para organizar suas finanças com liberdade e clareza.

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Comentários

JONATHAN - 26/02/2026

SEGURANÇA FINANCEIRA? 90% DO SALÁRIO VOLTARÁ A SER DESCONTADO? ISSO É UM ATENTADO QUANTO À DIGNIDADE HUMANA. JÁ VIROU CASO PRA ONU, OTAN, TBRIBUNAL DE HAIA E POR AÍ. QUE ABSURDO ESSA MATÉRIA FANTASIOSA. CHEGA A SER DOENTIA !!!

Luís Antonio - 25/02/2026

Está difícil achar uma mídia independente que não seja financiada pelos banqueiros, burguesia. Como dizia Raul Seixas na música Cowboy fora da lei "eu não preciso ler jornais, mentir sozinho sou capaz".

Pedro - 25/02/2026

Que matéria é essa ?tenham vergonha ,os servidores estão sendo roubados na cara dura e ainda acham que estamos aliviados em ter os descontos do roubo novamente em nossos holerites?e sempre a justiça do lado dos bancos ,sempre assim, quem tem mais chora menos ou nem chora .

Edino Taques - 25/02/2026

Cambada de salafrários; vão roubar lá no inferno!!!

Pedro - 24/02/2026

alívio estava sem desconto.vem dizer que o servidor está feliz com a volta dos desconto justiça nunca favorece pequeno só os grande

Aurelio - 24/02/2026

Matéria de interredos banqueiros. Porquê será??

Maurício Nunes de Arruda - 24/02/2026

Cadê os nossos defensores, os nobres Deputados que tanto lutou por nós, isso é uma vergonha, dizer que pra nós é um alívio, essas empresas ofereciam, parcelas fixas, e guando você contrata o empréstimos eles enviam o contratos e depois pra conseguir é muito complicado. Ei não conseguir até hoje.

Margarete - 23/02/2026

Difícil. Eles estao reclamando das perdas. E os juros abusivos e parcelas indeterminadas que eles colocaram na folha de pagamento. Nós podemos ficar no prejuízo mais entidades bancarias não. Parabéns a Justiça, pois sempre visando em proteger os erros e não os que estão sendo levados. E quem disse que os Funcionários Públicos ficaram Felizes com esta tomada de decisão. Queremos pagar pelo certo juros certos tempo determinado para pagar e não juro abusivo prazo indeterminado como consta na folha. Kd as copias dos Contratos e as investigações ja se finalizaram?. I ESQUECI VIROU UM CIRCO E NÓS SOMOS UNS PALAHAÇOS.

Tereza Rosa - 23/02/2026

Parecendo matéria comprada. Existe uma Liminar para que a SEPLAG revise todos os empréstimos. Não se pode validar empréstimos em que o valor contratado não foi depositado na conta do servidor.

Guilherme - 23/02/2026

Quanta mentira, jornal tendencioso! Alívio é o que está acontecendo sem o desconto, supremo abelhudo!

12 comentários

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