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menos restrições 26.03.2020 | 10h06

Após Bolsonaro, governador também passa a defender isolamento vertical

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Christiano Antonucci/Secom

Christiano Antonucci/Secom

O governador Mauro Mendes (DEM) decidiu apoiar o presidente da República Jair Bolsonaro e passou a defender "'isolamento vertical" no combate à pandemia do coronavírus. A declaração foi dada em entrevista ao programa Tribuna da rádio Vila Real FM, desta quinta-feira (26).

 

"(Sim),exatamente, (a crise do coronavírus) vai durar 4 meses, o ministro disse, o mundo inteiro está mostrando isso. Como é que as pessoas aguentam isso? Como é que as pessoas vão comer", respondeu Mendes ao ser questionado sobre o assunto.

 

O chamado "isolamento vertical" é quando apenas as pessoas que integram a faixa de risco - Idosos (Acima de 60 anos), pessoas com doenças pré existentes ou com suspeita de infecção - fiquem em casa em quarentena.

 

Leia também - 'MT não pode expandir restrições', afirma Mauro Mendes

 

Mendes afirma que a tendência é que a crise da pandemia durará no mínimo uns 4 meses no Brasil, conforme informou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (MDB).

 

"Então vamos ficar 4 meses fechados? Tem cidade que não teve nenhum caso e o prefeito foi lá e fechou a cidade. Como é que as pessas vão comer, como é que vão abastecer essa cidade? Como é que o trabalhador da micro empresa, vai ficar pagando 4 meses de salário para o funcionário sem vender nada? Não vão", disse.

 

O governo diz que vem defendendo o equilíbrio, com decisões técnicas, equilibrada e sensatas. "Por isso decidimos parar todo e qualquer encontro social, como as escolas, que podemos recuperar esse período. Mas não paramos nenhuma cidade de Mato Grosso. Por isso estamos dialogando com os prefeitos. Precisamos salvar vidas, mas não precisamos arruinar milhares e milhares de vidas de pessoas que podem perder seu empregos", pontuou.

 

Criíticas a Emanuel 

Mauro Mendes também voltou a criticar o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) sobre o decreto que visava proibir a circulação de ônibus na capital. A medida foi derrubada após o Estado conseguir uma liminar na justiça para que 30% da frota continuasse circulando.

 

"Aqui em Cuiabá nós recomentamos que os ônibus circulassem só com pessoas sentadas. E aí, respeitosamente, eu não quero fazer critica a ninguém, mas precisamos fazer um debate de ideia, mas mandou parar [a prefeitura de Cuiabá] todos os ônibus. Aí nós entramos na justiça questionando como o servidor da saúde iria chegar ao seu trabalho, nas unidades de saúde. Como as pessoas pobres que não tem um carro vão procurar uma unidade de saúde. Nós precisamos manter a sociedade funcionando. Não adianta colocar todo mundo dentro de casa, dois, três meses ibernada dentro da casa", reclamou.

 

Mendes também critou quem defende o isolamento horizontal - quando todas as pessoas ficam em casa - que vem sendo adotado gradativamente Brasil e em vários lugares do mundo.

 

"Nós precisamos fornecer comida para a população. Tem pessoas defendendo ficar dentro de casa, mas estão com as prateleiras da casa cjeia de comida. Tem dinheiro no banco. Mas tem milhares e milhares de pessoas que não tem isso, não tem essa condição e precisam trabalhar. Temos que ter cuidade", completa.

 

De acordo com especialistas, com menos pessoas circulando nas cidades, menor será o número de infectados, o que garante que a sobrecarga sobre os hospitais seja menor, e o número de mortos também.  Dados do Ministério da Saúde, apontam que o Brasil tem menos de dois leitos hospitalares para cada mil pesssoas

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Comentários

Aroldo Nunes - 27/03/2020

Parabéns Governador o Estado não pode quebrar.

Dildi - 26/03/2020

Sr. Governador deverias ter pensado quando assinou em regime de urgência o duodécimo. Eu acredito que ninguém pensou que tal atitude também, independente de coronavírus levariam a milhares de pessoas que utilizam o SUS a estarem sujeitos a curto, médio e longo prazo verem seu sucateamento. Me admiro, que o brilhante estrategista que sempre todos se gabam em tecer elogios ao Sr. , não aprendeu a lidar com análise de risco. Quando aprovaram o duodécimo em regime de urgência o coronavírus já estava agindo. Só se esqueceram que vírus não possui limite territorial. Espero de coração e com a profunda admiração que sempre tive pela sua competência como gestor, não lhe faça acompanhar a insanidades de um Presidente perdido.....em meio a suas ignorâncias e incompetência emocional.

Pedro - 26/03/2020

O brasileiro sempre na contra mão do mundo , o maior pico de contaminação everminação que vem, a Itália não fez a quarentena,os países que fizeram como Taipei estão seguros ,o governo não quer emprestar dinheiro para as empresas pequena , mas se muita gente ficar doente aí tem mais dinheiro para roubar , não tem licitação e tudo emergência

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