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INVESTIGAÇÃO CONTRA PREFEITO 25.07.2020 | 14h10

População discorda do arquivamento de CPI de Emanuel, diz enquete

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João Vieira

João Vieira

O pedido de afastamento e abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), foi arquivado pela Câmara de Cuiabá, no dia 16 de julho. Em votação, 13 vereadores votaram pela rejeição da investigação e o prefeito continua no cargo.


Após a polêmica, o perguntou aos leitores: “A Câmara de Cuiabá arquivou CPI contra o prefeito Emanuel Pinheiro. Você acha certo político investigar político?”. O resultado demonstrou a insatisfação da população com o poder público.


Conforme a enquete, aberta para votação desde o último sábado (18), 48% concorda que “não, as investigações devem ficar com o Ministério Público e Justiça julgar”. Em seguida, 34% seguiu na mesma linha, e disse que o “MPE e Judiciário deveriam ter dado resposta sobre as investigações”.

 

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Apenas 18% respondeu que “sim, porque também cabe ao Legislativo fiscalizar o Executivo”. A oposição na Câmara deveria conseguir 13 votos para aprovar o relatório final, que pedia o afastamento de Emanuel do cargo por 180 dias e a criação de uma Comissão Processante.


Contudo, votaram contrário ao relatório os vereadores Adevair Cabral (PTB), Adilson Levante (PSB), Chico 2000 (PL), Aluisio Leite (PV), Dr. Xavier (PTC), Juca do Guaraná (MDB), Justino Malheiros (PV), Luis Claudio (PP), Marcrean Santos (PP), Mario Nadaf (PV), Orivaldo da Farmácia (PP), Renivaldo Nascimento (PSDB) e Toninho de Souza (PSDB).


Já os vereadores Abilio Brunini (Podemos), Clebinho (PSD), Diego Guimarães (Cidadania), Dilemário Alencar (Podemos), Felipe Wellaton (Cidadania), Lilo Pinheiro (PDT), Marcelo Bussiki (DEM), Sargento Joelson (SD) e Wilson Kero Kero (Podemos) votaram a favor.


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) investigava uma suposta tentativa de obstrução feita pelo prefeito de Cuiabá nas investigações da Operação Ararath, acusado de receber propina em 2013, quando ele ainda era deputado estadual.


Após a criação da CPI, a Comissão foi paralisada, e, em 2019 a Justiça determinou que a mesma fosse refeita com nova composição.

 

GazetaDigital

Enquete Emanuel Pinheiro

 

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