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CONTORNAR TAXA CHINESA 07.01.2026 | 15h40

Senador vai ao Japão buscar novos mercados a carne bovina

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Michel Alvim - SECOM / MT

Michel Alvim - SECOM / MT

O senador Wellington Fagundes (PL) tem missão internacional ao Japão programada para o mês de janeiro. A viagem busca estreitar laços com o país asiático e tentar contornar os efeitos provocados pelas tarifas comerciais chinesas nas exportações de carne brasileira. A China deve impor tarifa de até 55% sobre importações de carne bovina para fornecedores, incluindo o Brasil.

 

“Conheço o histórico da produção de carne no Brasil e no mundo, claro que precisamos de diplomacia, dialogar, e buscar novos mercados. No fim do mês, vou ao Japão, pois são os maiores compradores de carne de aves do Brasil, mas não compram carne bovina porque nós tínhamos o problema da febre aftosa, e em um trabalho de décadas nos livramos disso”, disse em entrevista ao Jornal do Meio Dia na terça-feira (6).

 

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Médico veterinário por formação e defensor de pautas ligadas ao agronegócio, Fagundes ressaltou que a febre aftosa já foi superada no Brasil e que anos atrás, ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), esteve no Japão com a mesma finalidade. No entanto, os japoneses ainda tinham muita resistência, diante de suas rigorosas normas sanitárias.

 

Fagundes criticou a taxação da China e rotulou como “puramente comercial”, no intuito de comprar mais barato apesar da dependência de outros países para importar proteínas. Ele ainda enfatizou a produtividade brasileira no setor e vê como oportunidade caso os japoneses virem novos parceiros.

 

“O Brasil aumentou a produção e ultrapassou os EUA então temos mais a oferecer. Temos um rebanho maior, é uma grande oportunidade. Se conseguirmos colocar nossa carne no Japão, que é o país mais exigente do mundo em termos sanitários, vamos abrir o mercado asiático e teremos mais condições de oferecer a outros países”, acredita.

 

Wellington ainda destacou que vai convidar setores produtivos para acompanhá-lo na viagem, mas também expôs que internamente o Brasil precisa descentralizar seus frigoríficos e abrir mais oportunidades para pequenos e médios produtores de carne.

 

A China deve impor uma tarifa adicional de 55% sobre importações de carne bovina que excederem os níveis de cota dos principais países fornecedores, incluindo o Brasil. A medida, com vigência a partir de 1º de janeiro e duração prevista de três anos, cria cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil.

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