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servidor sabia das condições 25.06.2026 | 13h27

Deputado nega escândalo nos consignados e espera apuração

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Montagem GD

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O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União), líder do governo de Mato Grosso na Assembleia Legislativa, afirmou que não vê, até o momento, elementos que indiquem um escândalo envolvendo os empréstimos consignados dos servidores públicos de Mato Grosso. Ao comentar a investigação aberta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o credenciamento do Banco Master durante a gestão do ex-governador Mauro Mendes (União), o parlamentar defendeu que todas as apurações sejam concluídas antes de qualquer julgamento. 

 

“Eu acho que, se tem algum comentário, tem que passar as informações para quem precisa. Eu acredito que as coisas foram feitas de forma clara e o que precisa é vir o que está sendo investigado, qual a pergunta que quer, de que maneira que fez, e o governo oferecer todos os documentos necessários para que continue a investigação e tenha uma definição final”, afirmou.


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Ex-bancário, o deputado disse que a contratação de empréstimos consignados é uma relação entre as instituições financeiras e os clientes, ressaltando que eventual crime somente existiria caso houvesse contratação sem o conhecimento do servidor.

 

“Se tem alguma coisa irregular ou foi feita sem conhecimento de alguém, isso já é um crime. Agora, quando a pessoa oferece um financiamento, muitas vezes as pessoas conseguem fazer algum tipo de financiamento sabendo das condições que são oferecidas por qualquer banco”, declarou.

 

Dilmar também afirmou que o assunto ainda gera dúvidas em razão das decisões judiciais envolvendo os consignados e defendeu que a investigação siga até uma definição.

 

“Isso tudo está sendo apurado, está sendo investigado já. Tem algumas decisões que nós aprovamos, leis nossas derrubadas pelo próprio Tribunal de Justiça. E agora vem o próprio Tribunal e o Supremo Tribunal Federal falando que tem que ter o pagamento dos bancos que emprestaram esse consignado aos servidores públicos. Então, isso é uma incógnita em tudo o que está acontecendo. Tem que superar toda a investigação, todo esse processo e tudo ser claro dentro do Estado”, disse.

 

Apesar da repercussão do caso, o parlamentar afirmou que, pelas informações que acompanhou, os casos suspeitos representam uma parcela pequena dos contratos firmados.

 

“Eu vi pelas investigações que não é tão grande assim, o percentual é bem pequeno de ter conseguido um caso desse. Não quero me aprofundar muito nisso aí, até porque eu vejo que a maioria pegou o empréstimo”, afirmou.

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