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'SAÚDE FRAGILIZADA' 02.12.2025 | 16h22

Senador pressiona STF por decisão rápida de prisão domiciliar humanitária

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Otmar de Oliveira

Otmar de Oliveira

O senador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), líder do Bloco Vanguarda no Senado, saiu em defesa do pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A manifestação ocorre após o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) anunciar ter reunido mais de 100 assinaturas de parlamentares apoiando a solicitação, protocolada no STF na sexta-feira (28). 

Segundo Gayer, além dos deputados, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também trabalha para ampliar o apoio no Senado.

 

Para a imprensa, o senador afirmou que sua adesão ao documento atende a um apelo da família de Bolsonaro, em especial, do senador Flávio Bolsonaro, e por entender a "situação delicada" na saúde do ex-mandatário. 

Leia também - Governo barra reajuste do Judiciário por alto custo e 'efeito cascata'

 

“Como líder do Bloco Vanguarda, eu acabei de assinar agora um pedido endereçado ao Supremo Tribunal Federal para que o presidente Bolsonaro possa ter uma prisão humanitária domiciliar, em função da situação de saúde dele. É um quadro que traz uma preocupação muito grande a todos nós, seres humanos e lideranças políticas", explica. 

 

Fagundes reforçou que congressistas continuam reunindo assinaturas e defendeu agilidade no envio da demanda ao STF: “Estamos colhendo essas assinaturas. Eu assino como líder, e também a pedido do senador Flávio Bolsonaro, para que os senadores apoiem o pedido que estamos submetendo ao STF, se possível de hoje para amanhã.”

 

O parlamentar afirmou que pretende levar pessoalmente a solicitação ao ministro mato-grossense Gilmar Mendes, em audiência marcada para esta semana.

 

“Terei uma audiência no Supremo Tribunal Federal com o ministro Gilmar Mendes, onde quero encaminhar e mostrar esse pedido. Claro que é dirigido ao Supremo, mas é ao ministro Alexandre de Moraes que cabe a responsabilidade.”

 

O pedido sustenta que Bolsonaro enfrenta “enfermidades simultâneas”, incluindo câncer de pele, problemas renais, distúrbios cardíacos e sequelas gastrointestinais do atentado de 2018. A defesa argumenta que o sistema prisional não teria estrutura adequada para acompanhar o quadro.

 

O ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro iniciasse, em 25 de novembro, o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, na Superintendência da Polícia Federal, onde já estava preso preventivamente desde 22 de novembro.

 

O processo transitou em julgado, o que impossibilita novos recursos. Antes disso, a defesa do ex-presidente já havia apresentado outros dois pedidos de prisão domiciliar humanitária, ambos rejeitados.

 

Bolsonaro estava em prisão domiciliar, mas foi levado novamente à custódia após tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, segundo vídeo divulgado por ele mesmo.

 

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Comentários

luiz silva - 03/12/2025

Procure algo produtivo para fazer Senador.

Claudio - 03/12/2025

Eu não entendo esse bucéfalo. Pelas suas declarações o bozo tá imprestável com a saúde acabada. Há poucos dias declarou que a eleição sem o bozo é inaceitável. Por acaso deseja um incapaz p presidente? Mané, seja coerente

Wilson - 03/12/2025

Quando a praga ficou dizendo que não era coveiro, ah tô sem oxigênio, quando ele ficou dizendo que as mortes por covid era invenção de certo veiculo de TV, ele teve pensamento humanitário? vai te catar junto com ele Senador mequetrefe!

3 comentários

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