CASO RODRIGO CLARO 13.07.2021 | 09h15

jessica@gazetadigital.com.br
Chico Ferreira
Começa nesta terça-feira (13) o julgamento da tenente do Corpo de Bombeiros, Izadora Ledir. Ela é acusada por torturar e provocar a morte do aluno soldado Rodrigo Claro. Por conta da pandemia de covid-19, a audiência vai acontecer às 13h30 por videoconferência.
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Esse ano a morte do jovem de 21 anos completa 5 anos. Ele participava de treinamento de salvamento aquático na Lagoa Trevisan, curso do qual a oficial era instrutora. Conhecida por sua conduta enérgica e até agressiva, a tenente teria perseguido o soldado, sabendo da dificuldade que ele apresentava durante o treinamento.
A tenente afogou o soldado por várias vezes, subindo em suas costas e o puxando para baixo. Testemunhas contaram que ele havia reclamado que se sentia mal, mas a mulher o proibiu. No limite de sua capacidade física, o rapaz foi embora do local do curso, sozinho em sua moto, e buscou o quartel do Corpo de Bombeiros. De lá, ele foi para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Verdão e encaminhado para o Hospital Jardim Cuiabá, onde faleceu, 5 dias depois, em 15 de novembro.
Desde então, a ré só foi ouvida uma vez, em 2020. Ela apresentou diversos atestado médicos e conseguiu protelar o depoimento. No único diz em que depôs, ela negou as acusações e disse que o soldado tinha dificuldades. Ela concorreu a promoções à capitã dos bombeiros, mas nunca foi escolhida.
A mãe de Rodrigo, Jane Claro, convive há 5 anos com a dor da perda do filho mais velho e a indignação com a demora por Justiça. Em rede social, ela faz campanha pela exoneração da oficial e não deixa que o caso seja esquecido.
Em entrevista ao
, horas antes do julgamento, a mãe descreveu os sentimentos angustiantes que tomam conta do seu coração.
“Estou aflita, nervosa, ansiosa, mas confiando na Justiça de Deus. Ele que pode tudo em nossas vidas e eu creio muito na Justiça dele”, relatou.
O julgamento começa hoje e está marcado para terminar somente na quarta-feira (14).
Jane Claro mora no interior e veio para Cuiabá assistir ao julgamento no escritório do advogado do caso.
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cidão - 13/07/2021
correção se ele faria 21 anos ele entrou no bombeiro com quantos anos,15 anos? Esse ano a morte do jovem de 21 anos completa anos. O problema que a corporativismo nisso se ele não tinha se formado então deveria ser julgado pela justiça civil,pois a ,militar absolvera ela.
ROBERTO ANISIO - 13/07/2021
Se existir JUSTIÇA EM MT, essa tenente Ledur será condenada!
2 comentários