'mentor' fake news 14.12.2021 | 10h00

redacao@gazetadigital.com.br
João Vieira/Reprodução
Defesa do empresário Marco Polo Pinheiro, mais conhecido como Popó Pinheiro, investigado na Operação Fake News, deflagrada na manhã desta terça-feira (14), declarou que a operação é "midiática" e tem fins políticos. Polícia Civil cumpriu na casa de Popó mandado de busca e apreensão, apreendendo celulares, tablets e outros objetos eletrônicos. Ele é irmão do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB).
Por meio de nota, o advogado Francisco Faiad, afirma que Popó já suspeitava de que seria alvo de uma operação “divulgada diariamente por políticos adversários do prefeito”.
Quando a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) chegou no prédio de Popó, confirmando a operação, o fato causou "tristeza e assombro’, ressaltou o advogado, que garante a inocência de Marco Polo.
“Por três vezes Marco Polo requereu a autoridade policial e ao Juiz de Direito do caso para que fosse designada data para sua oitiva, comprometendo-se a entregar espontaneamente aparelhos de celular e computadores. Mas em nenhum destes requerimentos obteve resposta. Preferiu-se a operação midiática, obviamente por questões políticas”, acrescentou Faiad.
Operação Fake News
Polícia está cumprindo 6 mandados de busca e apreensão contra 3 investigados no inquérito. Um deles é Popó Pinheiro, o outro seria servidor contratado da Saúde, identificado como William Sidney Araújo de Moraes e, por fim, um assessor.
O trio investigado atuava espalhando calúnia, difamação, injúria, perseguição e falsa identidade contra empresários, servidores e agentes públicos do estado.
Leia a nota na íntegra
“Foi tristeza e assombro que nesta manhã se confirmaram os indícios mencionados pela imprensa nos últimos dias de que uma operação policial seria realizada na casa de Marco Polo, irmão do Prefeito Emanuel Pinheiro.
As suposições de que uma operação seria realizada era divulgada diariamente por políticos adversários do Prefeito.
Foram apreendidos aparelhos de celular e tablets utilizados em pesquisas que a empresa de Marco Polo realiza.
Por três vezes Marco Polo requereu a autoridade policial e ao Juiz de Direito do caso para que fosse designada data para sua oitiva, comprometendo-se a entregar espontaneamente aparelhos de celular e computadores. Mas em nenhum destes requerimentos obteve resposta.
Preferiu-se a operação midiática, obviamente por questões políticas.
A defesa aguardará as apurações mas desde já garante a inocência de Marco Polo, sendo que os excessos serão objeto de representações conforme prevê a lei.”
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