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Judiciário - A | + A

acusado de ameaçar 'colegas' 18.11.2019 | 16h50

'Espero que verdade venha à tona', afirma Jarbas ao colocar tornozeleira

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Vitória Lopes e Ana Flávia Corrêa

redacao@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

Ex-secretário de Segurança Pública e delegado aposentado, Rogers Jarbas, deu poucas palavras com a imprensa na tarde desta segunda-feira (18), quando esteve no Fórum de Cuiabá para colocar tornozeleira eletrônica. Ele é acusado de obstruir as investigações do esquema conhecido como grampolância pantaneira.

 

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"Eu sou incapaz de falar alguma coisa a respeito disso, eu só espero que um dia a verdade venha a tona", afirmou quando questionado pelos jornalistas presentes. 

 

Determinação é do juiz da 7ª Vara Criminal, Jorge Tadeu. O equipamento ligado no Fórum serve para que o ex-secretário não se aproxime de outros investigados. Também como medida cautelar, ele deve estar em casa todas as noites, inclusive finais de semana ou feriados. 

 

No inquérito que pede a prisão de Jarbas, a Polícia Civil afirma que ele ameaçou ou tentou coagir 6 delegados ligados ao caso da grampolândia pantaneira, além do promotor Mauro Zaque, 4 policiais militares e a assessoria de imprensa da instituição. 

 

Pedido de prisão preventiva feito pelas delegadas Ana Cristina Feldner e Jannira Laranjeira Siqueira Campos Moura não foi acatado pelo Judiciário e, por isso, o ex-secretário teve a tornozeleira como medida cautelar. 

 

Entenda o caso   

Consta no inquérito que o ex-secretário perseguiu a delegada Alessandra Saturnino, para que ela participasse do esquema de grampos ilegais e como ela não aceitou, passou a persegui-la.     

 

"Ao retornar para os quadros da Polícia Civil, foi lotada na Delegacia Especializada Contra Crimes Fazendários - Defaz. Porém, cerca de 3 meses, foi determinada a sua saída da referida unidade policial (...) sem qualquer justificativa o motivação no interesse público", diz trecho do documento.       

 

Jarbas também coagiu a delegada Alana Darlene Souza Cardoso a prestar declarações infringindo suas atribuições legais, perseguição essa que a fez chegar a um colapso nervoso, conforme consta na denúncia. 

 

Em outro trecho do inquérito, a Polícia Civil afirma que Rogers Jarbas persegue Rafael Meneguini, Alessandra Saturnino, Alana Darlene e Flávio Stringueta para tentar desqualificar as investigações, bem como exerce represálias.

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