Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 06/02/2026

Política de MT - A | + A

Licenciamento ambiental 25.06.2019 | 10h19

ICMBio e Iphan atrapalham o licenciamento e prejudicam economia, diz Geller

Facebook Print google plus

JLSiqueira / ALMT

JLSiqueira / ALMT

Defensor da redução na burocracia para a abertura de novos empreendimentos, o deputado federal Neri Geller (PP) afirmou que a atuação de instituições como o ICMBio e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nos licenciamentos ambientais atrapalham a parte burocrática e prejudicam a economia, por atrasar o processo em até 10 anos. A questão foi debatida na manhã de segunda-feira (24), em uma audiência pública na Assembleia Legislativa (AL).

 

O debate foi em torno do PL 3729/2004 e contou com a presença do relator do projeto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP). Neri e Kataguiri fazem parte de uma força-tarefa da Câmara dos Deputaos que realiza audiências públicas no país para anexar os resultados desses debates ao projeto de lei, que tem como objetivo, segundo os defensores, diminuir a burocracia e agilizar o processo de licenciamento ambiental.

 

Leia também - STF julga ação de MT para reconhecer 2,2 mi de hectares

 

“O conceito é simplificar e imputar responsabilidade à iniciativa privada. Os órgãos intervenientes acabam atrapalhando por 8, 10 anos o licenciamento, é muito prejudicial à economia. Queremos trabalhar para dar segurança jurídica para se fazer preservação, mas também onde os investimentos possam acontecer, inclusive para a retomada do crescimento da economia brasileira”, disse Neri em seu discurso.

 

Os órgãos intervenientes a que o líder da bancada federal de Mato Grosso se refere são o ICMBio, Iphan, Fundação Palmares e outras instituições que dão parecer sobre o impacto ambiental, de acordo com a atividade pretendida pela empresa ou área impactada.

 

Para Kataguiri uma das mudanças trazidas com o PL 3729/2004 é que esses órgãos passarão a ser consultivos, mas o seu parecer não poderá mais impedir a abertura de um empreendimento, como acontece atualmente.

 

“É o que a maior parte dos países fazem. O que só o Brasil faz é levar a interpretação do acordo como pareceres vinculantes. Não é necessário, o órgão licenciador tem capacidade técnica, o corpo técnico mais robusto, do que qualquer órgão interveniente para determinar o que precisa”, defende o relator do projeto.

 

Prioridade na nova legislatura da Câmara Federal, o licenciamento ambiental é debatido no Congresso há mais de 10 anos. Prova dessa prioridade é a criação da força-tarefa com 35 deputados federais para a realização de audiências públicas em todo o país, para ampliar o debate. A expectativa dos defensores do projeto é que a primeira votação seja realizada antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

O protesto contra as condenações do 8 de janeiro intitulada Caminhada pela Liberdade foi um dos assuntos mais comentados no mês de janeiro. Você avalia que a pena é injusta?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Sexta-feira, 06/02/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.