TEM INDÍCIOS 10.06.2021 | 12h28

pablo@gazetadigital.com.br
Otmar de Oliveira
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), voltou a acusar a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) de perseguição contra a sua gestão, a mando do governo Mauro Mendes (DEM). Logo após a segunda fase da Operação Overpriced, nesta quinta-feira (10), atingindo a prefeitura e empresas, Emanuel disse que sempre que traz 'notícias boas' para a capital, a administração é alvo de operações.
"Eu não estou querendo atacar a instituição [Deccor], não ataco a instituição, mas algumas ações da instituição e de alguns membros da instituição. Mas toda hora que a Prefeitura de Cuiabá vem com grandes notícias pra cidade, acontece fatos estranhos", disse.
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Emanuel Pinheiro também revelou que sua equipe estaria levantando elementos que comprovaria a perseguição da Deccor. "Eu não gosto e atacar a instituição, mas membros que compõem as instituições e que são passíveis de abusos. Então, tem alguns membros dessa instituição que tem indícios muito fortes de abusos e de perseguição com intuito de atingir o prefeito e a gestão Emanuel Pinheiro, mas, em breve eu vou me manifestar sobre isso", afirmou.
Pinheiro citou como exemplo a decisão que autorizou a operação desta quinta, em que a juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Ana Cristina Mendes, solicitou a suspensão dos pagamentos para a empresa e o afastamento de servidores.
"A gestão já tinha suspendido desde a primeira operação, se eu me engano, em outubro do ano passado, no auge da eleição. Então só pra vocês verem, entendeu? Me falaram que pediram afastamento de servidores que nem no quadro estão mais, já foram exonerados lá atrás, inclusive teve um caso a pedido [do servidor]".
Questionado se a operação ocorreu por conta do anúncio de doses extras de vacina para Cuiabá, Emanuel disse que não tem elementos para afirmar. "Eu não quero dizer que é isso, que eu não teria provas e elementos. O que eu posso dizer é que toda vez que vem essas conquistas maiores pra Cuiabá, acontece algo que parece que quer, quer atrapalhar, quer estragar, quer jogar a população contra o prefeito", completa.
Emanuel ainda questionou o fato da Deccor não realizar nenhuma ação contra o governo do Estado, citando a compra do jatinho por R$ 8.5 milhões. "Teve a questão do jatinho, dos livros, dos respiradores xing ling, a questão agora que está no TCU, dos R$ 7 milhões r que estão ameaçando convocar o Governador na CPI, e tem vários outras denúncias. Parece que há uma imunidade, do Estado em relação as ações da Deccor", questionou.
Emanuel Pinheiro também afirmou que vem recebendo informações de delegados, de que estaria sendo alvo de ações direcionadas à prefeitura pela Deccor. O prefeito também afirmou que tanto o Judiciário e o Ministério Público estariam sendo induzidos ao erro pela Deccor.
"O que eu digo é que no meu entendimento e de daquilo que estamos levantando, estão induzindo o judiciário e MP ao erro. Estão induzindo o Ministério Público, especialmente a Justiça, ao erro propositalmente o intuito de atingir o prefeito e a gestão Emanuel Pinheiro", analisou.
"É isso que estamos trabalhando em cima, isso estamos levantando e já tem uma ação quase pronta, eu tô estudando ela ainda, uma medida quase pronta, e muito breve eu vou anunciar", finalizou.
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Josi - 10/06/2021
Sua gestao. TU COMPRA REMÉDIOS COM SUPER FATURAMENTO DE 90% DEIXA VENCER E AINDA ESTAO TE PERSEGUINDO? TENHA DÓ MANÉ.
1 comentários