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Deu em A Gazeta 24.12.2019 | 08h07

Força-tarefa chegará aos mandantes da grampolândia, afirma delegada

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Chico Ferreira

Chico Ferreira

Coordenadora da força tarefa da grampolândia pantaneira, delegada Ana Cristina Feldner, avaliou a retomada das investigações que apura um esquema de interceptações telefônicas clandestina contra adversários políticos do ex-governador Pedro Taques (PSDB).

 

Segundo a delegada, apesar de quase 2 anos de paralisação das investigações por conta requerimento que fez subir os inquéritos para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a tendência é que as investigações sejam concluídas em 2020. Ana Cristina Feldner revelou que algumas provas adquiridas nas investigações de 2017 foram "danificadas" por conta da movimentação processual pelo STJ. "Também nesse período, com certeza houve destruição de provas. Então essa paralisação das investigações de quase 2 anos foi maléfica".

 

“Eu acredito na capacidade da Polícia Civil elucidar essa investigação. Sei que existe um sentimento coletivo de desânimo, em relação a esse período todo que ficou parado no STJ por conta da manobra dos investigados, ainda assim me sinto confiante. É um trabalho árduo, cansativo, mas que vamos concluir e chegar nos mandantes deste caso”, disse Feldner em entrevista ao jornal A Gazeta.

 

A delegada aponta vários prejuízos com a paralisação das investigações em outubro de 2017. Desde daquela data até maio deste ano,quando o processo retornou para a Polícia Civil, não foi realizada nenhuma perícia nas apreensões de 2017. “Infelizmente eles não fizeram oitivas. O que foi feito foi uma análise se havia ou não do Pedro Taques (PSDB), e essa análise não foi aprofundada por falta de perícia nas apreensões, não foi aprofundado nos depoimentos, tanto que se chegou a conclusão naquele relatório da Polícia Federal que não tinha elementos até aquele momento do env olvimento dele [Pedro Taques] mas também não tinha como excluir a participação dele”, explicou.

 

Feldner também cita as movimentações da organização criminosa da grampolândia que estaria atuando para obstruir as investigações, que teria tomado tempo da força-tarefa. Mas depois das cautelares essa obstrução já não é nítida e estamos avançando bastante, disse se referindo à decisão judicial que proíbe os investigados de manterem contatos entre si.

Outra dificuldade que delegada aponta em 2019 foram as mudanças de delegados nas investigações e redução da equipe de 3 para duas delegadas.

 

“Retomei os trabalhos em outubro e estamos dando e esperamos terminar esta investigação no menor tempo possível”, afirmou.

 

Demora

A delegada também revela uma certa demora em pedidos de informações para algumas secretarias do Estado que também atrasa o andamento processual. Alguns ofícios foram respondidos prontamente, mas outros demoram demais, que tivemos que reiterar. Então esperamos mais sensibilidade por parte de todos, finaliza.

 

Atualmente a força-tarefa se encontra com 7 inquéritos da grampolândia pantaneira, envolvendo militares, ex-secretários e o ex-governador Pedro Taques.

 

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