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HISTÓRICO COM PAI 29.11.2022 | 09h14

Familiares de cantor morto atropelado em frente à Valley pedem suspeição de juiz

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Familiares de Ramon Alcides Viveiros, que morreu após ser atropelado em frente à Valley Pub em Cuiabá em 2018, pediram que o juiz Wladymir Perri, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, seja declarado suspeito no julgamento do caso. O magistrado desclassificou a conduta da autora do crime Rafaela Screnci de dolosa para culposa, e a livrou de julgamento pelo Tribunal do Júri. Eles alegam que há história pregressa entre Perri e o pai de Ramon, o procurador aposentado Mauro Viveiros.

 

Leia também - Justiça mantém justa causa em demissão de funcionário que se recusou a tomar vacina contra Covid-19

 

A arguição de suspeição foi apresentada por Mauro Viveiros, Regina Reverdito Viveiros, Victoria Regina Viveiros e Mauro Viveiros Filho, que são assistentes de acusação na ação penal contra a bióloga Rafaela Screnci.

 

No último dia 24 de outubro o juiz Wladymir Perri desclassificou a conduta de Rafaela de dolosa para culposa. Ele levou em consideração o fato de que Rafaela estava bêbada no momento do acidente, mas analisou os laudos periciais e entendeu que a bióloga não cometeu excesso "extraordinário", que não houve “indiferença da acusada" e sobre a ré supostamente ter tentado fugir do local, o juiz apontou que o fato não foi descrito na denúncia.

 

O argumento dos assistentes de acusação contra o magistrado é que Mauro Viveiros, enquanto atuava no Ministério Público em 2013, contribuiu para a apresentação de uma queixa-crime contra Perri, que à época atuava em Rondonópolis, e que agora o magistrado viu a "oportunidade perfeita para 'acertar as contas'". Afirmaram ainda que o juiz chegou a desafiar Mauro Viveiros para uma briga em plenário de julgamento.

 

"O que se constata é que o excepto elegeu o presente processo para atingir o seu desafeto, em notório ato de vingança, sequer dando-se ao trabalho de decidir ao menos um daqueles processos que se achavam há meses aguardando decisão e que mereciam prioridade", diz trecho do documento.

 

Quem atuava na 12ª Vara Criminal de Cuiabá era o juiz Flávio Miraglia, que recebeu a denúncia contra Rafaela e conduzia o processo. Miraglia também era o juiz do caso da médica Letícia Bortolini, que atropelou e matou o verdureiro Francisco Lúcio Maia. As duas ações agora são conduzidas pelo juiz Wladymir Perri e em ambos os casos as condutas foram desclassificadas para culposa, o que acabou livrando as rés de julgamento pelo Tribunal do Júri.

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Comentários

EVANGELISTA - 29/11/2022

INFELIZMENTE EXISTEMMUITAS JUÍZAS E JUÍZES SUSPEITOS NESSE JUDICIÁRIO, ELES NÃO COMPREM AS LEIS BÁSICAS, AGENTE VÊ EXECESSOS NAS MULTAS, DEMORA NAS DECISÕES, NÃO CUMPREM AS LEIS BÁSICAS, ESCRITAS NA LEI, MUITA INJUSTIÇA

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